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País ateu

reafirmado como fino fio de
mundos que se entrelaçam,
desconsolo-me da própria
necessidade de me tornar o deus dos
gritos inodoros,...

o sol dos dias que custam a passar
para os que
nem conseguem esperar pelo anoitecer
da morte sozinha,...

sim fui aparição,
eucaristia das minhas
coisas falhadas que
ainda vejo ao longe,
no entardecer com
que choro à espera
da espera que já me
tolhe pelos que desapareceram,...

povos dos lamentos
sofridos como este,
desconjuntem-se em
busca de remédios para
a falta de argumentos,
desisti de me
expôr em ventos tão
inconsequentes como
os que discorri.....

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quarta-feira, setembro 30, 2009 - 12:11

Poesia :

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bulletproof

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Título: Membro
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Comentários

imagem de MarneDulinski

Re: País ateu

bulletprof!

País ateu
povos dos lamentos
sofridos como este,
desconjuntem-se em
busca de remédios para
a falta de argumentos,
desisti de me
expôr em ventos tão
inconsequentes como
os que discorri.....

Parece-me que já havia comentado este Poema, não sei o que está havendo, que os olhos dos administradores, vejam, todo nosso trabalho posto fora!

GOSTEI DE SUA OBRA,MEUS PARABÉNS

MarneDulinski
MarneDulinski

imagem de bulletproof

Re: País ateu

Olá Marne:
Não. Posso garantir que ainda não comentou este poema, uma vez que é a primeira vez o escrevo.
Obrigado pelo comentário....

imagem de FlaviaAssaife

Re: País ateu

bulletproof ,

A pior coisa do ser humano é esconder os sentimentos.
O teu poema desnuda, despe de forma figurada a omissão de muitos em lutar e ser o que gostariam, impedidos sabe-se por qual motivo...Entregam-se...Lamentam...

Gostei de tua forma de escrever. Parabéns!

imagem de bulletproof

Re: País ateu/para flavia assaife

Olá Flavia:
Concordo inteiramente contigo.
Aliás, este meu poema é um hino à abertura de espírito. Pretendo eu.
Obrigado pelo comentário.

imagem de JEFF

Re: País ateu

reafirmado como fino fio de
mundos que se entrelaçam,
desconsolo-me da própria
necessidade de me tornar o deus dos
gritos (sem cheiro)?

imagem de bulletproof

Re: País ateu/para Jeff

A poesia tem limites? pergunto eu....

Presumo que o ponto de interrogação se derive a uma qualquer incompreensão.
Por isso, volto a perguntar. A poesia tem limites?

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