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PAXÃO BREJEIRA

Nunca vi nem admirei
Muiê mair linda que ocê
Nem cum doce que obriga a fome
E da vontade di cumê
Nem cum um bumbum tão carnudo
Peito de bico tão puntudo
Coisa que aos zoi da prazê.

Tu é cumo água de açude
Sereno da madrugada,
A canção que o namorado
Canta para a namorada
‘eu fico que nem bem-te-vi
Quando fico oiando pra ti
Que parece açucarada

Esses teu oios que mais parece
Uma istrela briiante
Uma arco-iris murtucô
Um raio de soli faiscante
Parece oia dentro do meu coração
Que cumo animar im arribação
Cavarga rumo pro puente

Há! Se ‘eu pudece te ocê
Nuis meus braço istirada
Mim oferecendo essa tua boca
Que parece açucarada
Pra monde ‘eu sozim bajá
Dentro dela mim acarmá
Sem sinti medo de nada.

Mais ‘eu isto pidindo a Deus do céu
Pramodi mim atendê
Dexa ‘eu somente pra ti
Que num consigo ti isquecê
Prumodi que o mundo foi feito pra nois
E pramodi dexa meus zoio
Oiando só pra ocê

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quinta-feira, maio 12, 2011 - 13:26

Poesia :

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POETA DE BRASILIA

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Comentários

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PAXÃO BREJEIRA

Descupe-me, tenho dificuldades de entender você, meu dicionário não tem esses termos!

Vou pular seu poema, 

Marne

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