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PINTOR DE ÁRVORES
Algures entre as palavras,
está grande parte do homem em que me tornaste.
Do muito que sonhei já pouco me resta.
Ficou tudo quanto me sonhaste.
Mas mais importante, são os sonhos
que a tónica do teu saber me ensinou procurar.
Por ti, toda a minha sabedoria
é uma bandeira de pés bem assentes no chão.
Por culpa da realidade,
parte de mim o erro de sonhar
sem medo do infinito que me mostraste.
Antes de ti, era um ser fechado
na ignorância sobre mim próprio.
Negava-me posar
sobre as razões à mercê do destino.
Depois de ti sou pintor de árvores.
De ramos irrequietos,
face de alguém confundido
com o murmuro da multidão num beco.
Viela de folhas caídas,
renascidas novas flores em ti.
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