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A SAGA DO CAVALEIRO
A SAGA DO CAVALEIRO
Jorge Linhaça
14/08/2006
Entre feiticeiros e sortilégios
cavalga em seu bravo corcel
o cavaleiro ao seu ideal fiel
avesso à troca de privilégios
ou a presentes mesmo régios
cavalga em busca da ventura
galopa por entre mil aventuras
para sua honra defender
não importa mesmo se perecer
nem a dor de mil agruras
Cavaleiro andante e solitário
com a armadura da integridade
o elmo do caráter e a lança da verdade
tendo o amor por seu relicário
Um ser divino, embrionário
O escudo da fé por companheiro
num acreditar verdadeiro
de que nada vale a vaidade
o que vale é a hombridade
mais do que todo o dinheiro
Investe contra o dragão da mentira
lança em riste, em cavalgada
contra a fera ainda entocada
ao seu destino, corajoso se atira
sabe ser Deus a sua retaguarda
As chamas da fera o atingem
o calor da batalha aumenta
A feiticeira que a fera alimenta
com sortilégios sua alma aflige
e dores ao cavaleiro impingem
mas, firme, ele tudo agüenta
A batalha segue interminável
a fera ferida ruge em ódio
espalhando no ar seu opróbrio
conjura o cúmplice detestável
o príncipe das trevas, abominável
para falar pela boca do dragão
palavras da mais pura bajulação
em defesa da fera ora ferida
buscando poupar a sua vida
fingindo uma justa indignação
O dragão bate em retirada
para as trevas de onde surgiu
as profundezas do seu covil
até que as feridas sejam curadas
temendo a força da espada
do solitário e fiel cavaleiro,
nas trevas um candeeiro
a iluminar o escuro caminho
da humanidade em desalinho
combatendo os pérfidos sendeiros
O cavaleiro se refaz da batalha
cura as queimaduras sofridas
substitui a lança perdida
refaz da vestimenta as malhas
não vestiu desta vez a mortalha
Prossegue adiante em sua missão
percorrendo pedaços de chão
no encalço do mal encarnado
e de tal maneira disfarçado
que a muitos parece ser bom
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