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SOU
Sou a realidade que não conhecemos
A imagem que não vemos
O toque que não sentimos
A incerteza se existimos
Um projecto inacabado
Ou um fantasma exorcizado
Sou aquilo que ainda não sei se sou
Ou apenas aquilo que já passou
Sou o deserto que a água rejeitou
A miragem que a vontade inventou
Uma lei da física sem lógica
A ideia demagógica
Sou aquele material invisível
Uma existência pouco credível
Aquilo que sou não sei
Dormia no dia em que me inventei…
De: NESTA ESTADIA EM NADA
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segunda-feira, maio 11, 2009 - 16:49
Poesia :
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Comentários
Re: SOU
Bom poema, gostei de ler! :-)
Re: SOU
Gostei muito...
"Aquilo que sou não sei
Dormia no dia em que me inventei…"
essa parte merece destaque...
Bjs na alma...
:-)
Re: SOU
Este poema faz-me lembrar Àlvaro de Campos pessimista.
Bom texto, especialmente os dois últimos versos!
Re: SOU
Gostei bastante
Um poema que retrata uma das mais importantes questões, quem sou eu?
Bem-vindo
Abraço