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Amor e morte
Por vezes, pensamos ser únicos e distintos. Por vezes, pensamos que sabiamente pensamos não pertencer a minorias ou a categorias menos distintas na conformidade do ciclo tenebroso da sociedade. Uns amam, outros odeiam, uns fingem amar sem nunca saber se tal indiferença lhes é retribuída com “amor”. Há os que vivem para o amor, os que se servem do seu conceito para se catapultarem de cheiro em cheiro, de cama em cama. Há os que se amam, os que amam apenas o amor do outros, os que fingem amar, os que fingem ser amados, os que matam por amor, os que morrem por ele, os que amam chocolate, a vida, as torrentes e as paisagens… há ainda os que amam no pensamento, e amam de verdade, com sinceridade e modéstia. No fundo, nunca saberemos até onde nos pode levar tal (in) consciência, no que se forma e transforma o ser dúbio que existe dentro de nós.
No fundo, Sentimentos… aquilo que nos faz viver da melhor maneira possível. Sentimentos foi o nome que lhe demos, alguém o deu sem nunca imaginar que poderia estar errado, sem nunca pensar que tudo não fosse passar de desavenças da nossa imaginação, assim como nunca soube quem deu o nome imaginação à imaginação. Certo é que tudo isto passou de geração em geração, adaptando-se conforme as crenças, culturas, hierarquias e/ou modos de encarar a vida. Há quem acredite no amor, há quem acredite na vida e seus sentimentos, há quem nunca saiba, porque se mantém escondido. Há quem pense que apenas a morte faça sentido …
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Comentários
dentro de nós
Como bem disse, de cama em cama!!!
A vida é a cama que vamos fazendo para nela nos deitarmos!!!
:-)
Texto para pensar
A vida resume-se a isso mesmo acreditar... e se não acreditarmos ou sonharmos que sentido terá a vida? limitar-nos-emos a viver na letargia e esperar que a morte chegue?
Bjinhos Andreia