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Herege

Os sentimentos não se devem escrever
Mas a raiva que sinto por vezes
É tamanha que é impossível deixa-la
Dentro de mim.
E por muito que lute por vislumbrar
Uma luz tua, que apenas encontro
Em felizes pequenos acontecimentos
Que são tão insignificantes como pó,
Não te vejo em parte alguma.
Há tempos presentes afastei-me
De uma das tuas religiões,
Por ter sentido honestamente que
Ela nada me fazia sentir diferente
Para ser melhor como ser humano.
Agora caiu na tentação de me afastar
De ti. Assim como outros que te chamam
Apenas em horas de aflição é o sentimento
Que me envolve de momento.
É apenas um sentimento do momento,
Bem o sei, mas não deixa de ser sentido.
A maneira como seivas vidas sem lógica
Ao nosso pensamento, como fazes sofrer
Inocentes que apenas praticam o bem.
Porque não esperas? Porque tiras com
Uma velocidade imensa pessoas às pessoas,
Felicidade a quem já não a tem?
Porque ofereces doenças a quem já sofre?
A fome e a miséria pintam o mundo
De vermelho, cinzento e preto.
Os pobres que te seguem sem questionar,
Que hipocritamente se fingem insensíveis à dor
À perda, a todo este lixo de humanismo,
Desculpam-te dizendo que são os teus desígnios
Que sejam…Não me interessam até me serem explicados.
A minha passividade agressiva é comum a quem sente.
E hoje, por uma vez que seja na minha vida, tenho fé no homem.
E a tua vontade, injustifica racionalmente, é me indiferente.

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domingo, abril 11, 2010 - 12:02

Ministério da Poesia :

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Diogogth

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