Tempo de Ninguém

Tempo e Terra
de ninguém,
fazem-me saudade
de alguém.

Quais sonhos
sonha agora
o meu amor?
Atravessa Paraísos
intocados,
ou só busca
a paz de
verdes acetinados?

Essa cama vazia
não acomoda
a saudade-nostalgia
da esposa-poesia.
Musa amante
dos versos de antes.

Logo outro dia
chegará.
Mas prevejo
que nem todo azul
bastará,
pois sei incompleta
a vida sem Cristina.
A minha metade feminina.

             Para Cristina, com muitas saudades.

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Thursday, December 8, 2011 - 09:29

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fabiovillela

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