Stigma

STIGMA
Não me importa que falem, que me apontem
Se as marcas virem que no corpo trago,
Ou que me perguntem quem esse estrago
Me causado terá na noite de ontem.

Dos nossos deleites que histórias contem,
Por isso não hei de sufocar meu trago,
E se desse jeito o meu peito estrago
Não me importa que falem, que me apontem.

Se me vir cedo assim sair à tua porta
O olhar do homem cioso pouco me importa,
Só o que importa é a luz nos olhos teus,

Como pela ternura da tu’alcova
Meu espírito inteiro se renova
E na tua carne eu me consagro Deus!

15 de janeiro de 2020 – 03h 42min
Olinda – Pernambuco – Brasil

Autor: Adolfo J. de Lima.

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Miércoles, Enero 15, 2020 - 08:15

Poesia :

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