Do que tenho dito …

Do que tenho dito …
Assim não é viver,
Como girassóis desfiando
O Sol desd’o começo ao início,
Até não haver mais postiço céu
Ou horizonte branco cor d’visco,
Assim não é viver,
Mistura chão de terra
Com desejo e esperança desfraldada
Mas banal, aliança absoluta
Humana de facto, desperdício
Ter do que os outros têm
Tido, o mesmo suposto
Inútil, o fútil vulgar vício fictício,
O incontido, o mestiço pensamento
D’ametade, do que tenho dito …
“Sem contar da’verdade”,
Duvido dos rins, do fígado
E, como vinha dizendo
Do umbigo que me alberga
Não totalmente, mas “en’parte”.
Viver não é visto como a natureza
Das coisas violentas, terríveis
Mas do seu lado atraente e belo
De paixões emotivas, medidas
Do quadril à garganta.
Joel Matos (Dezembro 2022)
http://joel-matos.blogspot.com
https://namastibet.wordpress.com
Submited by
Ministério da Poesia :
- Inicie sesión para enviar comentarios
- 4352 reads
Add comment
other contents of Joel
| Tema | Título | Respuestas | Lecturas |
Último envío |
Idioma | |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Ministério da Poesia/General | vozes | 10 | 6.788 | 03/23/2018 - 09:28 | Portuguese | |
| Ministério da Poesia/Aforismo | greve | 10 | 8.814 | 03/23/2018 - 09:20 | Portuguese | |
| Ministério da Poesia/Aforismo | greve | 10 | 9.202 | 03/23/2018 - 09:19 | Portuguese | |
| Ministério da Poesia/Aforismo | "Tarou" | 10 | 9.251 | 03/23/2018 - 09:17 | Portuguese | |
| Ministério da Poesia/Soneto | Florbela | 10 | 12.002 | 03/23/2018 - 09:15 | Portuguese | |
| Ministério da Poesia/General | Casa branca, | 10 | 1.978 | 03/23/2018 - 09:13 | Portuguese | |
| Ministério da Poesia/General | Cosmologia megalítica em Las Hurdes | 10 | 5.470 | 03/23/2018 - 09:11 | Portuguese | |
| Ministério da Poesia/General | Oración | 10 | 2.352 | 03/23/2018 - 09:09 | Portuguese | |
| Poesia/General | O ser que ser não sei | 10 | 5.857 | 03/23/2018 - 09:07 | Portuguese | |
| Ministério da Poesia/General | Phyllis Feitiçeira … | 10 | 4.144 | 03/23/2018 - 09:06 | Portuguese | |
| Ministério da Poesia/General | Dejá vu | 10 | 4.184 | 03/23/2018 - 09:04 | Portuguese | |
| Ministério da Poesia/General | "Palavras meias" | 10 | 5.993 | 03/23/2018 - 09:04 | Portuguese | |
| Ministério da Poesia/General | 11 Minutos | 10 | 4.707 | 03/23/2018 - 08:58 | Portuguese | |
| Poesia/General | Iemanjá Rainha | 10 | 5.307 | 03/23/2018 - 08:55 | Portuguese | |
| Ministério da Poesia/General | Lisboa Tejo, Cidade Beijo… | 10 | 3.126 | 03/23/2018 - 08:52 | Portuguese | |
| Ministério da Poesia/General | Virgens | 10 | 2.618 | 03/23/2018 - 08:50 | Portuguese | |
| Prosas/Fábula | feitiço da Terra | 10 | 6.201 | 03/22/2018 - 22:19 | Portuguese | |
| Poesia/Pasión | da paixão | 10 | 2.795 | 03/22/2018 - 21:14 | Portuguese | |
| Ministério da Poesia/General | O Licórnio | 10 | 3.074 | 03/22/2018 - 21:13 | Portuguese | |
| Ministério da Poesia/General | Gardénias | 10 | 4.466 | 03/22/2018 - 21:11 | Portuguese | |
| Ministério da Poesia/General | Fuga do Dia | 10 | 5.098 | 03/22/2018 - 21:10 | Portuguese | |
| Ministério da Poesia/General | Bebe da minha alma | 10 | 2.829 | 03/22/2018 - 21:08 | Portuguese | |
| Ministério da Poesia/General | Espaço ponto. | 10 | 4.245 | 03/22/2018 - 21:06 | Portuguese | |
| Ministério da Poesia/General | Não há paisagem que ame mais… | 10 | 3.339 | 03/22/2018 - 21:05 | Portuguese | |
| Poesia/Soneto | Parle-moi | 10 | 4.849 | 03/22/2018 - 21:03 | Portuguese |






Comentarios
Do que tenho dito … Assim não
Do que tenho dito …
Assim não é viver,
Como girassóis desfiando
O Sol desd’o começo ao início,
Até não haver mais postiço céu
Ou horizonte branco cor d’visco,
Assim não é viver,
Mistura chão de terra
Com desejo e esperança desfraldada
Mas banal, aliança absoluta
Humana de facto, desperdício
Ter do que os outros têm
Tido, o mesmo suposto
Inútil, o fútil vulgar vício fictício,
O incontido, o mestiço pensamento
D’ametade, do que tenho dito …
“Sem contar da’verdade”,
Duvido dos rins, do fígado
E, como vinha dizendo
Do umbigo que me alberga
Não totalmente, mas “en’parte”.
Viver não é visto como a natureza
Das coisas violentas, terríveis
Mas do seu lado atraente e belo
De paixões emotivas, medidas
Do quadril à garganta.
Joel Matos (Dezembro 2022)
http://joel-matos.blogspot.com
https://namastibet.wordpress.com
Do que tenho dito … Assim não
Do que tenho dito …
Assim não é viver,
Como girassóis desfiando
O Sol desd’o começo ao início,
Até não haver mais postiço céu
Ou horizonte branco cor d’visco,
Assim não é viver,
Mistura chão de terra
Com desejo e esperança desfraldada
Mas banal, aliança absoluta
Humana de facto, desperdício
Ter do que os outros têm
Tido, o mesmo suposto
Inútil, o fútil vulgar vício fictício,
O incontido, o mestiço pensamento
D’ametade, do que tenho dito …
“Sem contar da’verdade”,
Duvido dos rins, do fígado
E, como vinha dizendo
Do umbigo que me alberga
Não totalmente, mas “en’parte”.
Viver não é visto como a natureza
Das coisas violentas, terríveis
Mas do seu lado atraente e belo
De paixões emotivas, medidas
Do quadril à garganta.
Joel Matos (Dezembro 2022)
http://joel-matos.blogspot.com
https://namastibet.wordpress.com
Do que tenho dito … Assim não
Do que tenho dito …
Assim não é viver,
Como girassóis desfiando
O Sol desd’o começo ao início,
Até não haver mais postiço céu
Ou horizonte branco cor d’visco,
Assim não é viver,
Mistura chão de terra
Com desejo e esperança desfraldada
Mas banal, aliança absoluta
Humana de facto, desperdício
Ter do que os outros têm
Tido, o mesmo suposto
Inútil, o fútil vulgar vício fictício,
O incontido, o mestiço pensamento
D’ametade, do que tenho dito …
“Sem contar da’verdade”,
Duvido dos rins, do fígado
E, como vinha dizendo
Do umbigo que me alberga
Não totalmente, mas “en’parte”.
Viver não é visto como a natureza
Das coisas violentas, terríveis
Mas do seu lado atraente e belo
De paixões emotivas, medidas
Do quadril à garganta.
Joel Matos (Dezembro 2022)
http://joel-matos.blogspot.com
https://namastibet.wordpress.com
Do que tenho dito … Assim não
Do que tenho dito …
Assim não é viver,
Como girassóis desfiando
O Sol desd’o começo ao início,
Até não haver mais postiço céu
Ou horizonte branco cor d’visco,
Assim não é viver,
Mistura chão de terra
Com desejo e esperança desfraldada
Mas banal, aliança absoluta
Humana de facto, desperdício
Ter do que os outros têm
Tido, o mesmo suposto
Inútil, o fútil vulgar vício fictício,
O incontido, o mestiço pensamento
D’ametade, do que tenho dito …
“Sem contar da’verdade”,
Duvido dos rins, do fígado
E, como vinha dizendo
Do umbigo que me alberga
Não totalmente, mas “en’parte”.
Viver não é visto como a natureza
Das coisas violentas, terríveis
Mas do seu lado atraente e belo
De paixões emotivas, medidas
Do quadril à garganta.
Joel Matos (Dezembro 2022)
http://joel-matos.blogspot.com
https://namastibet.wordpress.com
Do que tenho dito … Assim não
Do que tenho dito …
Assim não é viver,
Como girassóis desfiando
O Sol desd’o começo ao início,
Até não haver mais postiço céu
Ou horizonte branco cor d’visco,
Assim não é viver,
Mistura chão de terra
Com desejo e esperança desfraldada
Mas banal, aliança absoluta
Humana de facto, desperdício
Ter do que os outros têm
Tido, o mesmo suposto
Inútil, o fútil vulgar vício fictício,
O incontido, o mestiço pensamento
D’ametade, do que tenho dito …
“Sem contar da’verdade”,
Duvido dos rins, do fígado
E, como vinha dizendo
Do umbigo que me alberga
Não totalmente, mas “en’parte”.
Viver não é visto como a natureza
Das coisas violentas, terríveis
Mas do seu lado atraente e belo
De paixões emotivas, medidas
Do quadril à garganta.
Joel Matos (Dezembro 2022)
http://joel-matos.blogspot.com
https://namastibet.wordpress.com
Do que tenho dito … Assim não
Do que tenho dito …
Assim não é viver,
Como girassóis desfiando
O Sol desd’o começo ao início,
Até não haver mais postiço céu
Ou horizonte branco cor d’visco,
Assim não é viver,
Mistura chão de terra
Com desejo e esperança desfraldada
Mas banal, aliança absoluta
Humana de facto, desperdício
Ter do que os outros têm
Tido, o mesmo suposto
Inútil, o fútil vulgar vício fictício,
O incontido, o mestiço pensamento
D’ametade, do que tenho dito …
“Sem contar da’verdade”,
Duvido dos rins, do fígado
E, como vinha dizendo
Do umbigo que me alberga
Não totalmente, mas “en’parte”.
Viver não é visto como a natureza
Das coisas violentas, terríveis
Mas do seu lado atraente e belo
De paixões emotivas, medidas
Do quadril à garganta.
Joel Matos (Dezembro 2022)
http://joel-matos.blogspot.com
https://namastibet.wordpress.com
Do que tenho dito … Assim não
Do que tenho dito …
Assim não é viver,
Como girassóis desfiando
O Sol desd’o começo ao início,
Até não haver mais postiço céu
Ou horizonte branco cor d’visco,
Assim não é viver,
Mistura chão de terra
Com desejo e esperança desfraldada
Mas banal, aliança absoluta
Humana de facto, desperdício
Ter do que os outros têm
Tido, o mesmo suposto
Inútil, o fútil vulgar vício fictício,
O incontido, o mestiço pensamento
D’ametade, do que tenho dito …
“Sem contar da’verdade”,
Duvido dos rins, do fígado
E, como vinha dizendo
Do umbigo que me alberga
Não totalmente, mas “en’parte”.
Viver não é visto como a natureza
Das coisas violentas, terríveis
Mas do seu lado atraente e belo
De paixões emotivas, medidas
Do quadril à garganta.
Joel Matos (Dezembro 2022)
http://joel-matos.blogspot.com
https://namastibet.wordpress.com