(Os míseros não Têm Mando)

Tenho cismas, se nem respeito
Na Pascoa, a morte do Cristo.
Tenho penas, se não suporto
Ter, da ruim, a culpa e, s’isto
É por si, frágil, não respondo
Nem ao Outro,“de ar divino”.

Vis, estes sacros sacrilégios,
Se mal penso no Ser que enfrento,
Inocentes nus, sacrifícios
Para uns, erros crassos,d’outros,
(Os míseros não têm mando)
Aqui quem julga, é juiz eterno.
De seu mandato, soberano.

Ah, deixem-me dormir a sonhar,
Não me mintam ou me lembrem,
Se não me quero, d’Ele lembrar,
Quero eu, que outros nem’lembrem,
Nos sonhos, de me vir acordar,
En'vestidos da santa Sé, também.

Joel Matos

http://namastibetpoems.blogspot.com

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Lunes, Enero 18, 2010 - 20:13

Poesia :

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Joel

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Comentarios

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Re: (Os míseros não Têm Mando)

BELO, GOSTEI!
Marne

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voltei

e o meu obrigado , aqui estou, estaremos para poetar , para partilhar palavras e poesia que é o que sabemos fazer, muito obrigado

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Re: (Os míseros não Têm Mando)

obtrigado pelos comentarios (até outras andanças)ADEUS

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Re: (Os míseros não Têm Mando)

Parabéns pelo ótimo poema.

Um abraço,
REF

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voltei

e o meu muito obrigado por esperarem

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Re: (Os míseros não Têm Mando)

Obrigado -inté outras andanças-ADEUS

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