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Ana, outra vez

Ana, Ana, Ana...
Se ninguém te ama
Quem será Ana?
Se se desencanta
O que será de Ana?

Ana
Se apaixona,
Se encanta,
Brinca pelas palavras
Ana
Não me deixe neste domingo apocalíptico
Sou o quarto cavaleiro
Caído do cavalo de sua anca
Ana

Ana, Ana, Ana...
Roube meu silêncio
Devolva-me a esperança
Ana
Alivie minha ansiedade
Deixe-me descansar em seu leito,
Não fuja de seu nome
Ana

Ana
Não sei se me ama
Só sei que se chama Ana,
Por isso não acredito no amor
Somente em Ana

És o tormento da minha vida
A perdição dos meus dias
És tudo que me faz viver
És para sempre minha Ana.

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quarta-feira, dezembro 16, 2009 - 23:17

Ministério da Poesia :

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FranciscoEspurio

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