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À minha mãe

Se a terra é adorada, a mãe não é mais
digna de veneração.

Digest of hindu law.

Como as flores de uma árvore silvestre
Se esfolham sobre a leiva que deu vida
A seus ramos sem fruto,
Ó minha doce mãe, sobre teu seio
Deixa que dessa pálida coroa
Das minhas fantasias
Eu desfolhe também, frias, sem cheiro,
Flores da minha vida, murchas flores
Que só orvalha o pranto!

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terça-feira, abril 14, 2009 - 00:20

Poesia Consagrada :

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AlvaresdeAzevedo

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