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Victor Hugo: Os trabalhadores do Mar – Primeira Parte: O Senhor Clubin : Livro Quinto : O Revólver - Capítulo VI: A Jacressarde

Há quarenta anos Saint-Malo possuía uma viela chamada viela Coutanchez. Essa viela já não existe: foi compreendida nos melhoramentos da cidade.
Era uma dupla fileira de casas de pau inclinadas umas para as outras, e deixando no centro lugar suficiente para correr um rego que se chamava rua. Andava-se ali com as pernas abertas dos dois lados da água lamacenta, abalroando com a cabeça e o cotovelo as casas da direita e da esquerda. As velhas choupanas da idade média normanda tem perfis quase humanos. De albergue a feiticeiro a distância não é grande. Os andares entrantes, as paredes inclinadas, os alpendres circunflexos e o embrenhado de ferros velhos simulam lábios, queixos, nariz e sobrancelhas. A trapeira é o Olho, zarolho. A face é a parede rugosa e herpética. Tocam-se as paredes como se conspirassem uma ação iníqua. Todos estes nomes da antiga civilização, quebra-cabeças e quebra-ventas, prendemse àquela arquitetura.
Uma das casas da viela Coutanchez, a maior, a mais famosa ou a mais afamada, chamava-se a Jacressarde.
A Jacressarde era a habitação daqueles que não tem habitação.
Em todas as cidades, e especialmente nos portos de mar, há, abaixo da população, um resíduo. Vagabundos, aventureiros, vivendo de expedientes, químicos de espécie larápio, pondo sempre a vida no alambique, todas as formas do andrajo e todas as maneiras de vesti-lo, os jubilados da improbidade, as existências em bancarrota, as consciências que já fizeram balanço, os que abortaram no assalto e no arrombamento de portas (porque os ladrões trabalham por baixo e por cima), os operários e as operárias do mal, os velhaquetes e as velhaquinhas, os escrúpulos rasgados e os cotovelos rotos, os tratantes chegados à indigência, os malévolos mal recompensados, os vencidos do duelo social, os famintos que foram devorados, os ganha-pouco do crime, os miseráveis, na dupla e lamentável acepção da palavra, tal é o pessoal.
Ali é bestial a inteligência humana. E o montão de imundícies das almas. Ajunta-se tudo aquilo a um canto, onde passa de quando em quando a vassoura policial. Em Saint-Malo esse canto era a Jacressarde.
O que se encontra nessas espeluncas não são os grandes criminosos, os bandidos, os grandes produtos da ignorância e da indigência.
Se o assassino é representado ali, é por algum bebado brutal; ali o roubo não vai além da ratonice. É antes o escarro que o vômito da sociedade. O vagabundo sim, o salteador não. Todavia não há que fiar. Aquele último degrau dos boêmios pode ter extremidades malvadas.
Um dia, lançando a rede no Epi-Scié, que era em Paris o que a Jacressarde é em Saint-Malo, a polícia apanhou Lacenaire.
Tudo entra naqueles albergues. A queda é um nivelamento. Às vezes a honestidade esfarrapada escoa-se por ali. A virtude e a probidade tem aventuras. Não se deve, à primeira vista, estimar os Louvres nem condenar as galés. O respeito público e a reprovação universal devem ser descascados. Quantas; surpresas não se dão! Um anjo no lupanar, uma pérola no monturo - não é impossível este sombrio e deslumbrante achado.
A Jacressarde era mais pátio que casa, e mais poço que pátio. Não tinha andares para a rua. A fachada era uma alta parede com uma porta baixa. Levantava-se o ferrolho, empurrava-se a porta, entrava-se em um pátio.
No meio desse pátio havia um buraco redondo, cercado de uma orla de pedra, ao nível do chão. Era um poço. O pátio era pequeno, e o poço era grande. Em roda do bocal do poço o chão era mal calçado.
O pátio, quadrado, tinha construções por três lados. Do lado da rua, nada; mas diante da porta, à direita e à esquerda, havia aposentos.
Quem, à noite, entrasse ali, um pouco arriscadamente, ouviria como que um rumor de respirações juntas, e se houvesse bastante luar ou estrelas, para dar forma aos lineamentos obscuros, eis o que veria: O pátio. O poço. Em roda do pátio, em frente à porta, uma palhoça figurando uma espécie de ferradura quadrada, galeria carunchosa, toda aberta, com teto de vigas, sustentada por pilares de pedra desigualmente espaçados; no centro, o poço; à roda do poço, em uma liteira de palha, e fazendo como que um rosário circular, viam-se solas de sapato umas direitas, outras acalcanhadas, dedos aparecendo pelos buracos dos sapatos, e muitos tornozelos pus, pés de homem, pés de mulher, pés de criança. Todos esses pés dormiam.
Depois desses pés, penetrando o olhar na penumbra da palhoça, distinguiam-se corpos, formas, cabeças adormecidas, prolongamentos inertes, farrapos de ambos os sexos, uma promiscuidade no monturo, um sinistro jazido humano. Era um quarto de dormir para todos. Pagavam-se 2 soldos por semana. Os pés tocavam no poço. Nas noites de tempestade, chovia sobre os pés; nas noites de inverno, caía neve sobre os corpos.
Quem eram aquelas criaturas? Os desconhecidos. Iam ali de noite e saíam de manhã. A ordem social anda misturada com aquelas larvas. Alguns esgueiravam-se ali de noite e não pagavam. A maior parte entrava em jejum. Todos os vícios, todas as abjeções, todas as suposições, todas as misérias, o mesmo sono de prostração no mesmo leito do lodo. Os sonhos de todas essas almas faziam boa vizinhança. Fúnebre entrevista em que se remexiam e se amalgamavam no mesmo miasma os cansaços, os desfalecimentos, as borracheiras incubadas, as marchas e contramarchas de um dia sem um pedaço de pão e sem um bom pensamento, as noites lividas e sonolentas, remorsos, cobiças, cabelos imundos, rostos com o olhar da morte, beijos, talvez, das bocas da treva. A podridão humana fermentava naquela tina. Eram atiradas àquele albergue pela fatalidade, pela viagem, pelo navio chegado na véspera, por uma saída de prisão, pelo acaso, pela noite. O destino vazava ali, todos os dias, a sua alcofa. Entrava quem queria, dormia quem podia, falava quem ousava. Era próprio para cochichar. Todos se apressavam em misturar-se. Tratavam de esquecer-se no sono, visto que não podiam perder-se na sombra. Tiravam à morte aquilo que podiam. Fechavam os olhos naquela agonia confusa que todas as noites começava. Donde saíam? Da sociedade, porque eram a miséria; da vaga, porque eram a espuma.
Nem todos tinham palha. Mais de uma nudez estava ali no chão; deitavam-se estafados; erguiam-se anquilosados. O poço sem parapeito e sem tampa, sempre aberto, tinha 30 pés de profundidade.
Caía ali a chuva, escorriam as imundícies, filtravam todos os escoamentos do pátio. A caçamba para tirar água ficava a um lado. Quem tinha sede bebia. Quem estava aborrecido afogava-se.
Do sono do monturo passava-se ao sono do poço. Em 1819 tirou-se dali um menino de catorze anos.
Para não correr risco naquela casa era preciso ser da laia. Os estranhos eram mal vistos.
Conheciam-se acaso entre si aquelas criaturas? Não; farejavam-se.
A dona da casa era uma mulher moça, assaz bonita, trazendo um barrete ornado de fitas, lavada às vezes com água do poço e tendo uma perna de pau.
Desde madrugada esvaziava-se o pátio; iam-se embora os fregueses.
Havia no pátio um galo e algumas galinhas, que esgaravatavam no esterco durante o dia. O pátio era atravessado por um barrote horizontal, colocado sobre postes, figura de forca, que não estava ali em terra estranha. Via-se às vezes estendido no barrote, no dia seguinte às noites chuvosas, um vestido de seda molhado e enlameado, pertencente à mulher da perna de pau.
Acima da palhoça e circulando o pátio havia um andar superior e acima do andar um celeiro. Subia-se até lá por uma escada de madeira podre que furava o teto; escada vacilante por onde subia com estrépito a mulher coxa.
Os locatários de arribação, por semana ou por noite, moravam no pátio; os locatários residentes moravam na casa.

Janelas, nem um caixilho; portas, nem uma ombreira; lareiras, nem um fogão; era a casa. Passava-se de um quarto a outro indiferentemente por um buraco quadrado e comprido que fora porta, ou por uma fresta triangular que ficava entre duas pilastras do tabique.
A caliça caída cobria o assoalho. Não se sabia como aquela casa estava em pé. O vento não a abalava. Mal se podia subir pela escada gasta e escorregadia. Tudo estava aberto. O inverno entrava na casa como água em esponja. A abundância das aranhas tranqüilizava os moradores contra o desmoronamento imediato.
Mobília nenhuma. Dois ou três enxergões nos cantos, rotos no centro, deixando ver mais cinza que palha, aqui e ali uma bilha e um alguidar, servindo para diversos usos. Cheiro insípido e hediondo.
As janelas davam sobre o pátio. De cima o pátio assemelhava-se a um carro de lama. As coisas, sem contar os homens que ali apodreciam e enferrujavam-se, eram indescritíveis. Os destroços fraternizavam: catam paredes, caíam criaturas. Os trapos semeavam entulhos.
Além da população flutuante alojada no pátio, a Jacressarde tinha três inquilinos, um carvoeiro, um trapeiro e um fabricante de ouro.
O carvoeiro e o trapeiro ocupavam dois enxergões no primeiro andar; o fabricante de ouro, químico, morava nas águas-furtadas, que também se chamavam sótão. Não se sabia em que lugar dormia a mulher. O fabricante de ouro era um tanto poeta. Habitava debaixo das telhas, num quarto em que havia uma trapeira estreita e uma grande chaminé de pedra, golfão onde ia rugir o vento. A trapeira não tinha caixilhos; o fabricante de ouro pregou em cima um pedaço de ferro em folha, proveniente de um rasgão de navio.
A folha deixava passar pouca luz e muito frio. O carvoeiro pagava a casa com um saco de carvão de quando em quando; o trapeiro pagava com um cestário de grãos para as galinhas, cada semana; o fabricante de ouro não pagava nada. Entretanto, ia queimando a casa. Já tinha arrancado a pouca madeira, e a cada instante tirava da parede, ou do teto, uma ripa para aquecer a caldeira do ouro. No tabique acima do grabato do trapeiro viam-se em duas colunas algarismos feitos com greda, escritos pelo trapeiro todas as semanas, uma coluna de três e uma coluna de cinco, conforme o cestário de grão custasse 3 liardes ou 5 cêntimos. A caldeira do químico era uma velha bomba quebrada promovida por ele ao cargo de caldeira, e que lhe servia para combinar os ingredientes. A transmutação absorvia-o. Algumas vezes falava nisso aos maltrapilhos do pátio, que deitavam a rir. Dizia ele: Aquela gente está cheia de preconceitos. Estava resolvido a não morrer sem atirar a pedra filosofal às vidraças da ciência. O forno com que trabalhava comia muita lenha. Já o patamar da escada tinha desaparecido.
Ia-se toda a casa paulatinamente. Dizia a hoteleira: Neste andar só me fica o casco. O químico abrandava-lhe a cólera fazendo-lhe versos.
Tal era a Jacressarde.
O criado da casa era um menino, talvez anão, contando doze anos ou sessenta de idade, cheio de borbulhas, e trazendo sempre uma vassoura na mão.
Os freqüentadores entravam pela porta do pátio; o público entrava pela porta da loja. O que era a loja?
A alta parede que dava para a rua tinha à direita da entrada do pátio uma abertura feita em esquadria, que era a um tempo porta e janela, tendo postigo e caixilhos; o postigo era o único da casa que tinha eixos e fechaduras, o caixilho era o único que tinha vidros. Por trás da janela que abria sobre a rua havia um pequeno quarto que tomava uma parte do telheiro de dormir. Lia-se na porta da rua este dístico feito com carvão: Aqui encontram-se as curiosidades. A palavra já corria mundo. Sobre três tábuas que fingiam prateleiras colocadas por trás de vidraças, viam-se alguns potes de porcelana falsa, sem asa, um chapéu de sol chines feito de pergaminho delgado, ornado de figuras, furado em diversos pontos, impossível de abrir e fechar, cadinhos de ferro, louça informe, chapéus de homem e mulher estragados, três ou quatro conchas, alguns embrulhos de botões de osso e de cobre já velhos, uma boceta com o retrato de Maria Antonieta, e um volume truncado da álgebra de Boisbertrand.
Tal era a loja. Aquele sortimento era a curiosidade. A loja comunicava por uma porta do fundo com o pátio onde estava o poço.
Tinha uma mesa e um escabelo. A mulher da perna de pau era a moça do balcão.

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domingo, maio 24, 2009 - 16:41

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