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Victor Hugo: Os trabalhadores do Mar – Primeira Parte: O Senhor Clubin : Livro Quinto : O Revólver - Capítulo VIII : Carambola da bola vermelha e da bola preta

No dia seguinte, que era quinta-feira, a pouca distância de Saint-Malo, perto da ponta do Decollé, num lugar em que as rochas das praias são altas, e o mar profundo, passou-se uma coisa trágica.
Nada mais freqüente na arquitetura do mar que uma língua de rochedos em forma de lança, que se prende à terra por um istmo estreito, prolonga-se na água e acaba-se aí bruscamente em forma de rochedo a pique. Para chegar ao alto desse rochedo, indo da praia, segue-se um plano inclinado cuja subida é às vezes assaz difícil
No alto de um rochedo desse gênero, achava-se em pé; pelas 4 horas da tarde, um homem embrulhado em uma larga capa de uniforme, e provàvelmente armado, o que era fácil de reconhecer por certas dobras retas e angulosas do manto. O sítio em que estava esse homem era uma plataforma assaz vasta semeada de cubos à semelhança de seixos imensos, deixando entre si estreita passagem. Esta plataforma onde brotava uma ervazinha estreita e curta terminava do lado do mar por um espaço livre, que ia dar a um despenhadeiro, de uns 60 pés de altura, acima do mar, e parecia talhado com um prumo. Entretanto, o ângulo da esquerda ia-se arruinando e oferecia uma dessas escadas naturais próprias aos granitos marinhos, cujos degraus pouco cômodos exigem às vezes pernas de gigante ou pulos de clowns. Descia perpendicularmente ao mar e mergulhava nas águas. Era um quebra-costas.
Podia-se, contudo, a rigor, ir por ali embarcar na muralha da língua de rochas.
Soprava uma brisa. O homem, apertado na capa, firme nas pernas, com o cotovelo direito na mão esquerda, piscava um olho e aplicava ao outro um óculo. Parecia absorto em uma atenção séria.
Aproximou-se da borda do rochedo, e ali estava imóvel com o olhar imperturbavelmente fito no horizonte. A maré estava cheia.
A vaga batia por baixo dele no sopé do rochedo.
O que o homem observava era um navio ao largo que fazia manobras singulares.
Esse navio, que apenas uma hora antes saíra de Saint-Malo, tinha parado por trás dos Banquetiers. Era uma galera. Não tinha deitado âncora, talvez porque o fundo não lho permitisse, e porque o navio teria prendido a âncora debaixo do gurupés. Limitou-se a por-se à capa.
O homem, que era guarda-costa, como o uniforme indicava, espiava todas as manobras do navio e parecia tomar nota mentalmente.
O navio tinha atravessado: era o que indicava a vela ré alada a barlavento, e as de proa largas por mão; tinha braceado o pano de ré o mais que lhe foi possível, de forma que neutralizava a força dos de proa. Deste modo, caindo a sotavento, não perdia mais de milha e meia por hora.
O dia ainda estava claro, sobretudo em pleno mar e no alto das rochas. Mas ao pé das costas começava a escurecer.
O guarda-costa, entregue ao seu trabalho, e espionando conscienciosamente ao largo, não tinha pensado em examinar o rochedo ao lado e embaixo. Dava as costas para a escada pouco praticável que punha em comunicação a plataforma com o mar. Não reparou que alguma coisa andava ali em movimento. Havia nessa escada, por trás da anfratuosidade, alguma pessoa, um homem escondido ali, segundo parecia, antes da chegada do guarda-costa. De tempos a tempos na sombra, aparecia uma cabeça por baixo da rocha, olhava para cima e espiava o espião. Essa cabeça coberta por um largo chapéu americano, era a cabeça do quaker, que, uns dez dias antes falara nas pedras do Petit Bey ao Capitão ZueIa.
De repente pareceu redobrar a atenção do guarda-costa.
Limpou rápidamente com a manga o vidro do óculo e firmou-o com energia sobre o navio.
Destacara-se um ponto negro.
O ponto negro, semelhante a uma formiga no mar, era uma barcaça.
A barcaça parecia querer ganhar a terra. Era tripulada por alguns marinheiros que remavam vigorosamente.
Já obliquava a pouco e pouco e dirigia-se para a ponta do Decollé.
A espreita do guarda-costa chegou ao seu maior grau de fixidez.
Ele não perdia nenhum dos movimentos da barcaça. Aproximou-se mais ainda da borda do rochedo.
Neste momento um homem de alta estatura, o quaker, surgiu por trás do guarda-costa, no alto da escada. O espião não viu o quaker.
Parou este alguns instantes, com os braços caídos e os punhos crispados, e, com o olhar do caçador que aponta, olhou para as costas do espião.
Quatro passos apenas o separavam do guarda-costa; adiantou um pé, depois parou; deu outro passo e parou outra vez; o único movimento que fazia era andar, o resto do corpo era estátua; o pé firmava-se na relva sem rumor; deu terceiro passo e parou; estava quase tocando o guarda-costa, sempre imóvel, com o óculo fixo. O homem ajuntou as duas mãos fechadas na altura das suas clavículas, depois, bruscamente, abateram-se os antebraços, e os dois punhos, como que soltos por uma mola, bateram nos ombros do guarda-costa. O choque foi sinistro. O guarda-costa nem teve tempo de soltar um ai. Caiu de cabeça no mar. Viram-se-lhe os pés durante o tempo de um relâmpago. Foi uma pedra na água.
A água cerrou-se depois, descrevendo dois ou três grandes círculos.
Ficou apenas o óculo escapo às mãos do guarda-costa e caído no chão.
O quaker inclinou-se à borda das rochas, viu acalmar-se a água, esperou alguns minutos, depois endireitou-se, cantando entre os dentes:

Monsieur de la police est mort
En perdant la vie.

Inclinou-se outra vez. Nada reapareceu. Sómente no lugar onde o guarda-costa tinha caído, formou-se na superfície da água uma espécie de espessura negra, que se alargava no movimento da vaga. Era provável que o guarda-costa tivesse quebrado o crânio em alguma rocha submarina. O sangue subira e fazia aquela mancha na espuma.
O quaker, contemplando aquela mancha, continuou:

Un quart d'heure avant sa mort,
Il était encore...

Não acabou.
Ouviu atrás de si uma voz doce que lhe dizia: - Ora viva, Rantaine. Acaba o senhor de matar um homem. Ele voltou-se, e viu a quinze passos, no intervalo de dois rochedos, um homem baixo que tinha um revólver na mão.
Respondeu: - Como vê. Bom dia, Sr. Clubin.
O homem baixo estremeceu.
- Reconheceu-me?
- Não me reconheceu o senhor? - disse Rantaine.
Entretanto, ouviu-se um rumor de remos no mar. Era a barcaça observada pelo guarda-costa que se aproximava.
O Sr. Clubin disse a meia voz como se falasse consigo: - A coisa foi rápida.
- Em que precisa de mim? - perguntou Rantaine.
- Pouca coisa. Há quase dez anos que nos não vemos.
O senhor há de ter feito bons negócios. Como está de saúde?
- Bem - disse Rantaine. - E o senhor?
- Perfeitamente - respondeu Clubin.
Rantaine deu um passo para o Sr. Clubin.
Um pequeno som chegou aos seus ouvidos. Era o Sr. Clubin. que armava o revólver.
- Rantaine, estamos a quinze passos. É uma boa distância. Fique onde está.
- Ali! Mas o que quer o senhor de mim?
- Venho conversar.
Rantaine não se mexeu. O Sr. Clubin continuou: - O senhor matou agora mesmo um guarda-costa.
Rantaine levantou a aba do chapéu e respondeu: - Já me fez a honra de dize-lo.
- Em termos menos precisos. Disse há pouco: um homem; agora digo: um guarda-costa. O guarda-costa tinha o número 619. Era um pai de família. Deixa mulher e cinco filhos.
- Deve ser assim - disse Rantaine.
Houve um imperceptível tempo de silêncio.
- São homens escolhidos esses guarda-costas - disse Clubin. Quase todos antigos marítimos.
- Notei que em geral deixam mulher e cinco filhos.
Clubin continuou: - Adivinhe quanto me custou este revólver.
- É um lindo instrumento - respondeu Rantaine.
- Quanto vale?
- Vale muito.
- Custou-me 144 francos.
- Comprou naturalmente na loja de armas da Rua Coutanchez.
Clubin continuou.
- O guarda-costa nem gritou. A queda corta a voz.
- Sr. Clubin, há de ventar esta noite.
- Eu sou o único que sei do segredo.
- Continua a morar na Pousada João?
- Sim. Vive-se bem ali.
Já lá comi muito boa couve fermentada.
Rantaine, o senhor deve ser excessivamente forte. Tem cada espádua! Não seria eu quem lhe levariaum piparote. Era tão raquítico quando vim ao mundo, que nem se sabia se me poderiam criar.
- Felizmente criou-se.
- Sim, e continuo a morar na Pousada João.
- Sabe por que motivo eu o reconheci, Sr. Clubin? Porque o senhor me tinha reconhecido. Disse comigo: só Clubin pode reconhecer-me.
E adiantou um passo.
- Fique onde estava, Rantaine.
Rantaine recuou e disse à parte: - A gente torna-se criança diante destes instrumentos.
O Sr. Clubin continuou.
-Situação. Temos aqui à direita, do lado de Saint-Enogat, a trezentos passos, outro guarda-costa, número 618, que está vivo, e à esquerda, do lado de Saint-Lunaire, um posto de alfândega.
Sete homens armados que podem estar aqui dentro de cinco minutos.
O rochedo ficará cercado. O desfiladeiro ficará guardado.
Impossível fugir. Há um cadáver ao pé da rocha.
Rantaine deitou um olhar oblíquo ao revólver.
- Como diz, Rantaine. É um lindo instrumento. Talvez esteja carregado com pólvora seca. Mas que importa? Basta um tiro para fazer correr a força armada. Tenho seis tiros.
O choque alternativo dos remos tornava-se mais distinto. A barca- ça não estava longe.
O homem alto olhava estranhamente para o homem baixo. Sr. Clubin falava com um ar cada vez mais tranqüilo e doce.
- Rantaine, os homens da barcaça que vai chegar, sabendo o que fez há pouco, ajudar-me-iam a prende-lo. O senhor paga 10 000 francos de passagem ao Capitão Zuela. Entre parentesis, a passagem ficaria mais barata se tratasse com os contrabandistas de Plainmont, mas estes só o levariam para Inglaterra, e demais o senhor não pode arriscar-se a ir a Guernesey, onde há quem tenha a honra de conhece-lo. Volto à situação. Se eu disparar, prendem-no.
Nesse caso pagará a Zuela 10 000 francos de fuga. Já lhe deu 5 000 francos; ZueIa guardará esses 5 000 francos e vai-se embora.
É isto, Rantaine, acho-o bem rebuçado. Esse chapéu, esse casaco e essas polainas disfarçam-no. Esqueceram-lhe os óculos.
Fez bem em deixar crescer as suíças.
Rantaine sorriu como quem range os dentes. Clubin continuou: - Rantaine, o senhor tem uma calça americana com duas algibeiras.
Numa delas tem o seu relógio. Guarde-o.
- Obrigado, Sr. Clubin.
- Na outra há uma caixinha de ferro batido, que abre e fecha por molas. É uma velha boceta de marinheiro. Tire-a do bolso e atirea para cá.
- Mas isto é um roubo!
- Pode chamar a guarda.
E Clubin fixou os olhos em Rantaine.
- Olhe, Mess Clubin. .
. - disse Rantaine dando um passo e estendendo a mão aberta.
Mess era uma lisonja.
- Fique onde está, Rantaine.
- Mess Clubin, arranjemos as coisas. Ofereço-lhe metade.
Clubin executou um cruzar de braços, mostrando a boca do revólver.
- Rantaine, que pensa que eu sou? Sou um homem honrado. E acrescentou, depois de uma pausa: - Quero tudo.
Rantaine disse entre dentes: - É temível este.
Entretanto, acenderam-se os olhos de Clubin. A voz tornou-se cortante como o aço. Disse ele: - Creio que se engana. O seu nome é que é Roubo, o meu é Restituição. Ouça, Rantaine. Há dez anos saiu o senhor de Guernesey à noite, tomando da caixa de uma sociedade 50 000 francos que lhe pertenciam e esquecendo de lá deixar 50 000 francos que pertenciam a outro. Esses 50 000 francos roubados ao seu sócio, o excelente e digno Mess Lethierry, fazem hoje, com os juros acumulados de dez anos, 80 666 francos e 66 cêntimos. O senhor entrou ontem na casa de um cambista. Reluchet chama-se ele, Rua de São Vicente. Deu-lhe 76 000 francos em bilhetes de banco francêses e em troca deu-lhe ele três bank-notes da Inglaterra de 1000 libras esterlinas cada uma, e mais uns trocos. O senhor pOs essas banknotes na boceta de ferro e a boceta de ferro na algibeira direita. As 3 000 libras esterlinas fazem 75 000 francos. Em nome de Mess Lethierry contento-me com isso. Parto amanhã para Guernesey, e vou levar-lhos. Rantaine, a galera que ali está à capa é o Tarnaulipas. O senhor embarcou ali esta noite as malas misturadas com os sacos e canastras da equipagem.
Quer sair da França. Tem suas razões para isso. Vai a Arequipa. A barcaça vem buscá-lo. Está à espera dela. Ela aí vem. Já a estamos ouvindo. Depende de mim deixá-lo partir ou obrigá-lo a ficar. Basta de palavras. Atire cá a boceta de ferro.
Rantaine abriu a bolsa, tirou uma caixinha de ferro e atirou-a a Clubin. A caixinha foi rolar aos pés de Clubin.
Clubin inclinou-se sem abaixar a cabeça, e apanhou a boceta, tendo dirigidos contra Rantaine os dois olhos e os canos do revólver.
Depois disse: - Meu amigo, volte as costas.
Rantaine voltou as costas.

O Sr. Clubin pos o revólver debaixo do braço e apertou a mola da caixinha. A caixinha abriu-se.
Havia dentro quatro bank-notes, três de 1000 libras, e uma de 10 libras.
Clubin dobrou as três notas de 1000 libras, po-las outra vez na caixinha, fechou-a e meteu-a no bolso.
Depois apanhou no chão uma pedra. Embrulhou a pedra no bilhete de 10 libras e disse: - Volte para cá.
Rantaine voltou-se.
O Sr. Clubin continuou: - Disse-lhe que me contentava com as 3 000 libras. Aqui vão as 10.
libras.
E atirou a Rantaine o bilhete e mais o lastro de pedra.
Rantaine, com um pontapé, deitou o bilhete e a pedra ao mar.
- Como queira - disse Clubin. - Vamos lá, o senhor há de estar rico. Estou tranqüilo.
O rumor dos remos que se tinha aproximado durante o diálogo cessou. Indicava isto que a barcaça estava ao pé das rochas.
- Está embaixo o seu carro. Pode ir, Rantaine.
Rantaine dirigia-se para a escada e desceu.
Clubin foi com precaução até a borda do rochedo e adiantando a cabeça, viu descer Rantaine.
A barcaça tinha parado ao pé do último degrau do rochedo, no mesmo lugar em que tinha caído o guarda-costa.
Vendo descer Rantaine, Clubin murmurou: - Bom número 619! Pensava que estava só. Rantaine pensava que eram apenas dois. Só eu sabia que éramos três.
Clubin viu no chão o óculo do guarda-costa; apanhou-o.
Começou o ruído dos remos. Rantaine acabou de pular na barcaça e esta tomava o largo.
Quando Rantaine achou-se na barca, indo-se já afastando dos rochedos, levantou-se bruscamente, a face tornou-se-lhe monstruosa; mostrou o punho e gritou: - Ah! o próprio diabo é um canalha!
Instantes depois, Clubin do alto das rochas e fixando o óculo na barcaça, ouviu distintamente estas palavras, articuladas por uma voz grossa, no meio do rumor do mar: - O Sr. Clubin é um homem honrado, mas consinta que eu escreva a Lethierry para participar-lhe o fato, e aqui vai nesta barcaça um marinheiro de Guernesey que é da equipagem do Tamaufipas, que se chama Ahier Tortevin, e que há de voltar a Saint-Malo, na próxima viagem de Zuela, e que será testemunha de que eu lhe entreguei para Mess Lethierry a soma de 3 000 libras esterlinas.
Era a voz de Rantaine.
Clubin era o homem das coisas bem feitas. Imóvel como estivera o guarda-costa, e no mesmo lugar, com o óculo no olho, não perdeu de vista a barcaça. Viu diminuirem-se os remos, desaparecer, reaparecer, aproximar-se a barcaça do navio; e pode reconhecer a alta corpulência de Rantaine no tombadilho do Tamaulipas.
Quando a barcaça foi içada, o Tamaulipas entrou a preparar-se. A brisa soprava de terra, o navio abriu as velas todas, o óculo de Clubin continuava fixo no lineamento cada vez mais simplificado e, meia hora depois, o Tamaulipas era apenas um ponto negro que ia a diminuir-se, a diminuir-se, a diminuir-se no céu amarelo do crepúsculo.

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domingo, maio 24, 2009 - 16:44

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