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Ah, Lisboa! Quanta Saudade!
Ah, Lisboa! Quanta saudade!
Ó Lisboa querida!
berço dos que de ti partiram,
fostes uma mãe aguerrida,
aos filhos que de teus portos seguiram.
aos Oceanos embalastes no colo,
nobres homens desde os primórdios,
não havendo um sequer em novo solo,
que no coração tivesse algum ódio.
Espalhastes sobre o mundo tua herança,
em terra virgem inseristes tua semente,
dando a muitos novos tempos de esperança,
e um motivo para alegrares tanta gente.
Por mares nunca dantes navegados,
tão revoltos que fariam a fé tremer,
pouco à pouco, impusestes teu legado,
na história onde nunca vão esquecer.
Ó Lisboa querida!
Primogênita do grande português,
és a mãe que cura todas as feridas,
mas também o Pai que luta com altivez.
Cidade poética de tantas tradições,
celeiro de sonhos dos desbravadores,
és o ícone que inspira os corações,
e seio que amamenta os trabalhadores.
Lisboa, não há mácula em teu ventre,
nem quem de ti possa se ressentir,
Lisboa, és referência a quem se oriente,
e da glória, o exemplo a quem for desistir.
Quão vorazes são os sentimentos,
que por ti rompem o semblante,
que até mesmo o barulho do vento,
mais parece o entoar de um Fado distante.
E quem de teus braços se afasta,
e no mundo, atrás de aventura se engalfinha,
logo ao peito, o sofrimento dá um basta,
e de volta a mãe saudosa caminha.
A saudade em teu solo teve origem,
que de vós, não há quem ocultes a verdade,
e ao cair a noite choram e se afligem.
Ah, Lisboa! Quanta saudade!
Poesia pertencente ao livro "As Borboletas não choram" que será lançado em Dezembro próximo.
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Comentários
Re: Ah, Lisboa! Quanta Saudade!
Cleber,
Que bem cantaste sobre a minha cidade...Obrigada!
Um abraço alfacinha, bem do centro de Lisboa...
:-)
Re: Ah, Lisboa! Quanta Saudade!
CleberPaschoal!
Ah, Lisboa! Quanta Saudade!
Lindíssima sua obra, meus parabéns, pela sua narrativa de orgulho e amores, pela sua saudosa Lisboa, poética e dos mil amores!
Ah! como também gosto do Fado, mesmo sendo de descendência polonesa e portuguesa, (sou brasileiro )com muito orgulho, mas amo também o Fado!
Gostei muitíssimo de seu Poema!
MarneDulinski
Re: Ah, Lisboa! Quanta Saudade!
CleberPaschoal;
Ò lisboa Querida, que lindo Soneto, em verso remetido, recebes deste poeta.Do genuino, de sangue poeta em alma de profeta.
Como é sublime sua escrita!