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BINÓCULO
Por um binóculo de lentes meio opacas
Olho a vastidão da rua depois do portão
Da minha casa na periferia,
Da pequena cidade onde moro.
Coisas engraçadas eu vejo,
Algumas delas muito destorcidas...
Outras sem cores...
Outras ainda sem muitas formas,
Ou de muitas formas.
Pareço-me um menino vigiando mariposas
Que ronda a lâmpada no alto do poste de luz
Logo que anoitece,
Bem em frente do portão.
Algumas pessoas de sorrisos roxos
Olham pra mim,
E certamente pensam o que estou fazendo ali?
Tendo os olhos atrás das lentes daquele binóculo velho,
Que pouco ou quase nada da pra ver.
Pra eles aquilo nada significa,
Porém pra mim é pura magia.
É ver o mundo pelas razões da minha mente prodigiosa...
Que fantasia as pessoas como sombras,
As sobras como formas diferentes,
E as formas diferentes,
Como a realidade que eu quero para o mundo,
Não como a realidade que nele se apresenta.
Por um binóculo de lentes meio opacas
Olho a vastidão da rua depois do portão
Da minha casa na periferia,
Da pequena cidade onde moro,
Procurando meus sonhos...
Só voltando a realidade,
Quando os lábios da mulher que amo tocam os meus,
Ardentemente me beijando.
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Comentários
BINÓCULO
Beleza poeta, gostei muito!
Procurando meus sonhos...
Só voltando a realidade,
Quando os lábios da mulher que amo tocam os meus,
Ardentemente me beijando.
Gostei demais destes versos finais!
Amigo poeta, quem sabe junto com seu binóculo, você leva também um pedaço ou bloquinho de papel, sua pena , e anote os seus sonhos, que devem ser lindos também, para desfrutar com os seus colegas, ou mesmo com sua mulher amada que lhe dá uns beijinhos para acordar destes lindos sonhos!
Meus parabéns, MarneDulinski