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Canto da desolação III - Rouxinol: Meu Canto da desolação
Que quer dizer o teu canto,
Pequenino rouxinol,
Aos raios primeiros de sol?
Meu limpidíssimo pranto
Derramo a imitar a lua
Que banha de prata as ruas...
Invejo a festa em teu ninho,
Esta singela alegria
Pelo vir de cada dia.
A noite choro o carinho,
Nesta treva em que me vejo...
Canto a saudade de um beijo.
Rouxinol, já é fim de tarde!
O sereno já está vindo!
O dia já não é mais tão lindo
Quando a saudade que em ti arde
Faz teus olhos rasos d'água:
Sobre tudo há a mesma mágoa!
16 de abril de 2012 - 10h 19min
Adolfo Justino de Lima
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Poesia :
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Comentários
Gostei
Gostei bastante
abraços...
....)...(@
rouxinois...
Ao ler-te, lembro-me com tristeza que há vários anos que não escuto
o cantico do rouxinol...
Eram encantadoras as noites em que as suas melodiam davam luz à escuridão.
Perdemos tanta coisa com o passar do tempo,
muitas mais que aquilo que conseguimos admitir.
Por isso as nossaa palavras são sempre curtas demais
para (d)escreverem as emoções que compoem a vida.
1 abraç0o!
_Abilio
Cânticos nossos
Muitas mais até do que queremos admitir... e isso é triste, de fato.
Obrigado.