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Nós, borboletas

Desprende-se como borboleta
Na falsidade disfarçada.
Prende sua vida num casulo feio e frio.
Primeiro mostra suas belas asas,
Sustentadas por um corpo sensível minúsculo,
Mas as asas gigantes são dois olhos enormes
Ornados por diversas cores brilhantes
Com uma película de pó claro.

Nota-se a angústia escondida de sermos
Prisioneiros de nosso próprio destino
E carregarmos nossas asas enormes de vaidade
Ornadas por diversos estratagemas
Com uma película de autenticidade.

Esta é a proteção da borboleta
Esta é a nossa falsidade
Uma falsidade protegida por nós mesmos
E nós mesmos protegemos nossa falsidade.

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quarta-feira, dezembro 16, 2009 - 22:47

Ministério da Poesia :

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FranciscoEspurio

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