Luz artificial
Estou muda...
Minha alma mudou-se...
Cansou-se deste corpo sem sentido?
Um aperto no peito:
Não deixa escapar sequer gemidos...
A saudade me consome:
Saudade da pele que não toquei,
Do beijo que não dei,
Da voz que não ouvi,
Do cheiro que não senti,
Dos olhos que não se abriram para mim...
Saudade da luz...
A...luz...
A...zul...
Saudade de amor
Ou de ilusão?
Meus fantasmas me evitam!
Se eu não sorrir,
Eles se ausentam...
Estou só...
Estou no escuro...
Tenho medo do escuro!
Para não a(dor)mecer eternamente,
Para não a(morte)cer a etérea mente,
Acendo uma luz artificial
E aguardo um sorriso-sol casual...
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Thursday, February 25, 2010 - 14:23
Poesia :
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Comments
Re: Luz artificial
Analuz,
Gostei muito deste poema, um dos melhores que já aqui li.
Mesmo desejando o que ainda não é, a energia é enorme; e essa energia acende a luz sim, mas uma luz natural. Parabéns.
Re: Luz artificial
Gostei, bastante,
do seu poema.
:-)
Re: Luz artificial
QUE TEU SOL NÃO SEJA CASUAL, QUE ELE SEJA LUCÍFERO PARA TE ILUMINAR, E MORNINHO PARA TE ACARINHAR, SEM TE QUEIMAR!
Lindo seu poema, gostei muito, mesmo sendo triste!
Meus parabéns,
Marne
Re: Luz artificial
A saudade faz-nos escrever de forma fantástica…
:-)