O som.

Adentra pelos ouvidos, és aprazível
Sem olhos aos vislumbres
Que vivem (in) a lembranças visiveis
Devorar-te por inteiro aos segundos
Bem com o corpo parado, devagar a balançar
O pensamento extremecido pelo efeito do faz sentido

A palavra vira um costume de ouvir
Um sonido doce simples e pleno
Uma valsa sem dança e o corpo amolecê
Sua vibração estremece
O tímido polir da mente
Alavanca o timbre e você se vê fluir
Ao devido palpitar da veia sucumbir

Os anseios descobrem os pulos
Abalando as estruturas
Lhe embalando pela mania do prazer
Torna-se um tiro penetrando a mente
Melodicamente com a energia que queima
Estimulando-se a vontade do instinto

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Monday, September 13, 2010 - 06:39

Poesia :

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fugazmisantropo

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