Hora de jogar

Chegou a hora!
Hora de jogar palavras noutra poesia.
Palavras essas que são horas de poeta.
Essas horas em que palavras chegam sem prosa.

Eis que, veio vocábulo, veio significado, veio sem causa.
E tanto querem os compilantes que haja verossimilhança.
Nem coerência é coesa ou, coesão é razão.
Hora das palavras ligadas a empolgação.

Também, chato mundo onde o que se vê são imagens.
Chato é tudo que se venera apenas na forma...
O conteúdo são os ponteiros do jogo,
e a marcação é fundamental para observar-se num quadro letrado.

Tamanha era a desmotivação que, de repente a hora vingou.
Fez de meus neurônios uma sopa de eletricidade sem escape.
Sobrou a velha ordem dos versos sem brilhantismo.
É nessas horas que me vem o desejo de chocar meus amigos isolados.

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Domingo, Enero 10, 2010 - 13:36

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robsondesouza

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