Fantasmas do passado

Quando a saudade bater não mais estarei aqui
Ou se mesmo estar não quero q ela venha até mim
Renuncio toda forma que se deforma
Renuncio toda expressão que não informa

Se julgam é porque não amam
Se amarem aprendem a distorcer
Uma idéia fajuta que hoje não é a realidade
Nunca serei diferente, mas por dentro é que fica a verdade

Mascas do que se foi
Foram-se algumas delas! Outras ainda pressionam!
O sorriso no rosto ilude, traz lamúria, tristeza
As pessoas que representaram o ‘nada’ hoje retornam

Assombram-me
Assombram-te
Como alterar o ciclo de vida? O que semeio
Hoje resplandece no mesmo meio
As razões não tão claras é que fazem ter receio.

Assombram-me como o vento
Tocam-me também como ele
Esses fantasmas são como a brisa
Sei que estão aqui, não os vejo, o calor me avisa

O que sou? É o que vês.
Quem sou não é o que vês, é o quero que vejas.
Quem eu tenho são minhas palavras
São só minhas, deixo que sejam lavradas

Quem sou ou tenho, parece não mais importar
Apenas digo e faço questão de lembrar
Amo! Amo e amo!
E ainda faço questão de amar!

Cheio de marcas, com uma solução
Cheio de marcas e uma única solução
Aquietar-me e mudar uma rotina
Esquecer o mundo e essa dor que desatina

Cheio de marcas, já não mais solução...
 

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Viernes, Febrero 4, 2011 - 02:46

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L.S. Paiva

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