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Amor é o verbo
O álcool eleva o meu espírito até às memórias que eu teimo em guardar.
O mundo leve torna-se pesado nos meus ombros e por um instante que se torna eternidade eu oiço a minha voz fraquejar.
As vírgulas tornam-se pontos finais no peito que tarda em balançar.
O coração que se despeita a recordar o que era e o que nunca voltou a ser.
A imagem escondida no espelho começa a reflectir-se nas sombras que iluminam o quarto guardando a noite até amanhecer.
As paredes abraçam os ruídos de um grito que eu não sei gritar.
Os ossos pesam num corpo que já não sabe dançar.
Amor. Amor é o verbo que a alma atenta conjugar.
Quando o desejo se aproxima da minha boca, esta tarda nas palavras e é veloz nos beijos.
O momento da alma que encontra o desejo.
Nos teus olhos recheados de certeza eu vejo as cores que me trazem á vida.
Vermelhos ardentes ponteados de azul celeste que trazem as feridas amargas que coloriram desde cedo o teu fado.
Vejo a tua dor no bailado da tua retina.
Sinto o teu medo em cada abraço que se aproxima. Tenho-te perto nos lábios, ainda mais perto do coração, cada vez que te assustas no teu medo eu trago de ti
Mais uma recordação do que foste.
Amor é o verbo.
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