VIAGEM AO INTERIOR
Com meu capital minguado
-Dinheiro no tradutor
Ando a viajar parado
Para o meu interior
Sem marcar dia nem hora
Tampouco começo e fim
Visito o mundo que agora
Carrego dentro de mim
Antes meu corpo presente
Nas viagens se fazia
Hoje só viaja a mente
Sem corpo de companhia
Quem sabe nessas alturas
Pra consolar a lembrança
Me leva a mente a lonjuras
Que o corpo jamais alcança
Sinto ser irmão do vento
E onde quiser eu ando
Através do pensamento
Com eu mesmo no comando
Posso encontrar a criança
Que o corpo não acha mais
Mas o pensamento alcança
Família, amigos, meus pais
Qualquer coisa no caminho
Pode a mente removê-la
E até posso ser padrinho
Quando nasce uma estrela
Esfarrapado ou de terno
De carreta, avião, a pé
Vou ao céu, vou ao inferno
E volto ao meu chão, “BAGÉ”.
Sérgio da Silva Teixeira
BAGÉ/RS/BRASIL.
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