A Própria
A poesia estava ali, pronta
A folha com linhas enfileiradas
A caneta trincando de tinta
O poeta na cama depois de um dia
A isca certa para nascer um verso
Que não precisa contar muita coisa não
Basta ser lido e ouvido com toda atenção
Que ele por si só fará o serviço
É luz, é nascente, é um Monte
Um manto que me fantasio
Fantasio todos, a vida, a própria
Que em suas espessas camadas, esconde
Esconde o que já está protegido
Por motivo desconhecido e languido
E faz temperamentar, um nobre embrião
Que todos os dias nascem e morrem em vão
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Tuesday, March 16, 2010 - 05:49
Poesia :
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Comments
Re: A Própria
Palavras bem escolhidas com poesia!!! :-)
Re: A Própria
Parabéns pelo belo poema.
Gostei.
Um abraço,
Roberto