Abstrato

Perde-se a ilusão
no eco das verdades
que ressoam no balançar
dos galhos, onde as árvores
choram, nas ruas, praças,
igrejas, que recebem os
meus passos, o meu olhar
terceiro, e o meu pensar
ainda inseguro.

Mistérios não revelados,
sentidos inexplicavelmente
no dorso da minha anatomia.

O que muda é a nossa
capacidade de tornar
tudo melhor ou pior
do que já está escrito.

Enquanto o sol se vai
e a noite se revela
entre nuvens, estrelas
ou luar, estilhaça,
no espaço, tudo
o que se acreditava
ser invisível, invariável,
impossível...

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Wednesday, May 11, 2011 - 22:29

Poesia :

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Sueli Fajardo

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Comments

MarneDulinski's picture

Abstrato

LINDO POEMA, GOSTEI MUITO, MEUS  PARABÉNS!

Um abraço,

Marne

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