Rios do norte

Mais à frente um vintém substancial tangencia áureas corpóreas
Mãos levadas às outras uma face á tumba
No crucial peito agonizante no alvo da faca assustada

Havia ali algo por lamentar e alguma frase engasgada na garganta
O número foge da contagem quando um pescoço sofrido vira para o lado
Em busca de chagas mundanas longe de Cristo,
Um pingo estancado torna-se barragem
Um dia um mês
Uma vida uma eternidade
Ao contrário de só, há um outubro morrendo dando lugar a novembro
E uma garganta com clemência suplicando a rapidez do ceifar

Levantar-se e caminhar sem rumo para tentar escapulir do rosto que adeus disse

Almoçar das horas e um olhar no prato
& a visão alimenta-se com gula

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Martes, Diciembre 15, 2009 - 20:33

Ministério da Poesia :

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Alcantra

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