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Silêncio, mais nada.
Silêncio, mais nada.
Silêncio, por me fartar a sociedade,
O quero mais que não ter fome,
Porque todo o riso e choro consome
Meu ser que anseia a vacuidade.
Desligo-me, faço-o premindo a pausa
Deste filme obtuso e oculto,
Onde nada é a grande causa,
O futuro, destruição e morte o seu vulto.
Enterro-me pressionando as têmporas,
Nessa escuridão que anseio,
Para um espaço sem o tic-tac das horas,
Um pátio triste, o meu recreio.
Ah! Cheguei. Nem o pensar se ouve,
Aqui neste tempo que nunca houve.
Abraço
Marco Dias
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sábado, julho 18, 2009 - 21:52
Poesia :
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Comentários
Re: Silêncio, mais nada.
Enterro-me pressionando as têmporas,
Nessa escuridão que anseio,
Para um espaço sem o tic-tac das horas...
Um silêncio preciso!!!
:-)
Re: Silêncio, mais nada.
Ola ...
Gostei do que li. Um silêncio que marca inicio de um novo ciclo, talvez num tempo que há-de vir?
beijos
Dolores Marques
Re: Silêncio, mais nada.
Esse inquietante devir...
Abraço
Re: Silêncio, mais nada.
Por vezes necessitamos de algo que nos recolha…o silêncio, a escuridão..."Aqui neste tempo que nunca houve"
Gostei imenso :-)
Bjs
IC
Re: Silêncio, mais nada.
é assim que os grandes poetas escrevem, e tu es um grande poeta, parabens boa reflexao e boa escrita. abraço