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O carisma do louco

Inevitavelmente...
A fossa é entregue ao diabo

Um sinal, um motivo!
Lento sussurrar convulso confuso
Cérebro organizador de cenários desbalanceados

Ser peça, mas com diferentes funções e encaixes

Sempre se modelando como louco sábio
Perante aos que pensam que pensar de forma própria é vitória,
Confundir
Orientar
Seu gênio jogado imprevisível
Sobre o vitorioso que ironicamente sem querer entrega não sua honra,
Mas sua falsa sensação de vencedor, de inquebrantável, de impenetrável.

Quantas vezes o abominável foi visto com beleza rasgada em olhos sorridentes,
Quantas vezes o escuro preso num ato
Angariou romances atormentados pelo medo de amar
Se esquivando do soco da paixão

E é assim que um simples perfume penetra um nariz.
Não obstante, a boca pede pela água,
O choro é a alegria da lágrima,
Dia e noite são separados pela tarde
Em seu ciúme irremediável.
Quem disse que a língua ama a fala
Ou que o ouvido é a prisão do som?

Nunca mais estará em casa
Nunca mais estará em casa
Não há volta
Para os que nunca estiveram
Presentes num retrato envelhecido
Lembrado por lágrimas escaldantes

Uma bomba preste a explodir
De cada pessoa oculta
Destino de si

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terça-feira, dezembro 15, 2009 - 19:56

Ministério da Poesia :

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Alcantra

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