CONCURSOS:
Edite o seu Livro! A corpos editora edita todos os géneros literários. Clique aqui.
Quer editar o seu livro de Poesia? Clique aqui.
Procuram-se modelos para as nossas capas! Clique aqui.
Procuram-se atores e atrizes! Clique aqui.
Calmo

Calmo como o sangue
Enxuto como um cálice
O que sofro nem volume
Tem, utilidade ou afago
De fruta no mercado
Calmo à meia semana afora
Calmo o mosto eu suposto
Guerreiro do fogo-fátuo
Aquele que pra luz precisa
Ir depressa e correndo
De espada e lume
Calmo como areia ou saque
Em rescaldo de combate
É o meu nome secreto/salmo
Compraz-me a vida
E um século-meio a esperar
Algo de quem não me acusa
Enxuto como um cálice
Calmo como sangue
O que sofro tem o volume
Que cabe na minha tranquila
Vontade à justa e no cálice
Da dita breve, difusa vida,
A palma…
Joel Matos 01/2016
http://joel-matos.blogspot.com
Submited by
Ministério da Poesia :
- Se logue para poder enviar comentários
- 4196 leituras
Add comment
other contents of Joel
| Tópico | Título | Respostas | Views |
Last Post |
Língua | |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Poesia/Geral | Ou eu me não chame de Antônio ... | 543 | 13.715 | 03/30/2019 - 17:01 | Português | |
| Poesia/Geral | Sobre conceitos | 436 | 26.114 | 03/30/2019 - 16:59 | Português | |
| Ministério da Poesia/Geral | Sem casas não haveriam ruas ... | 343 | 25.249 | 03/30/2019 - 16:58 | Português | |
| Ministério da Poesia/Geral | Que será da nossa viúva sombra, | 368 | 15.107 | 03/30/2019 - 16:56 | Português | |
| Poesia/Geral | Sonho d'Midas ... | 351 | 20.085 | 03/30/2019 - 16:54 | Português | |
| Ministério da Poesia/Geral | Gostaria de ter um Cadillac novo, | 329 | 35.834 | 03/30/2019 - 16:52 | Português | |
| Poesia/Geral | Cego debruçado em via-estreita | 290 | 12.588 | 03/30/2019 - 13:27 | Português | |
| Ministério da Poesia/Geral | Botto | 261 | 15.255 | 03/30/2019 - 13:21 | Português | |
| Ministério da Poesia/Geral | Difícil é sair de mim, eu mesmo... | 557 | 22.319 | 03/30/2019 - 13:19 | Português | |
| Ministério da Poesia/Geral | O poema d'hoje não é diferente ... | 357 | 16.567 | 03/30/2019 - 13:17 | Português | |
| Ministério da Poesia/Geral | Todos os nomes que te dou, são meus ... | 284 | 12.179 | 03/30/2019 - 13:15 | Português | |
| Ministério da Poesia/Geral | Pax pristina | 176 | 10.653 | 03/30/2019 - 12:17 | Português | |
| Ministério da Poesia/Geral | Caminho, por não ter fé ... | 369 | 18.333 | 03/30/2019 - 12:16 | Português | |
| Ministério da Poesia/Geral | O azedume no vinagre ou rumo a Centauro-A | 209 | 34.671 | 03/30/2019 - 12:14 | Português | |
| Poesia/Geral | o sabor da terra | 296 | 33.243 | 03/30/2019 - 12:12 | Português | |
| Poesia/Geral | Inté'que poema se chame de Eu ... | 243 | 11.842 | 03/30/2019 - 12:11 | Português | |
| Ministério da Poesia/Geral | Igual a toda'gente... | 287 | 17.079 | 03/30/2019 - 12:10 | Português | |
| Ministério da Poesia/Geral | À excelência ! | 160 | 13.614 | 03/30/2019 - 12:08 | Português | |
| Ministério da Poesia/Geral | Contraditório, só eu sou... | 181 | 20.370 | 03/30/2019 - 12:07 | Português | |
| Ministério da Poesia/Geral | “Semper aeternum” | 211 | 118.137 | 03/30/2019 - 12:04 | Português | |
| Ministério da Poesia/Geral | Sei porque vejo, | 222 | 11.242 | 03/30/2019 - 12:04 | Português | |
| Ministério da Poesia/Geral | O poço do Oráculo… | 30 | 4.988 | 12/02/2018 - 19:39 | Português | |
| Ministério da Poesia/Intervenção | (Os Míseros não Têm Mando) | 17 | 42.886 | 12/02/2018 - 19:34 | Português | |
| Ministério da Poesia/Geral | Canto ao dia, pra que à noite não… | 19 | 2.451 | 12/02/2018 - 19:13 | Português | |
| Poesia/Geral | (Meu reino é um prado morto) | 24 | 11.755 | 12/02/2018 - 19:04 | Português |






Comentários
.
.
.
.
.
.
eu sou Aquele que pra luz
eu sou Aquele que pra luz precisa
Ir depressa e correndo
eu sou Aquele que pra luz
eu sou Aquele que pra luz precisa
Ir depressa e correndo
eu sou Aquele que pra luz
eu sou Aquele que pra luz precisa
Ir depressa e correndo
eu sou Aquele que pra luz
eu sou Aquele que pra luz precisa
Ir depressa e correndo
Joel, grata...
... pela leitura e atenção dadas a escritos quase virgens de metáforas.
Passados uns sete anos, é assim que os vejo. Hoje, já estou sou uma corruptora de palavras (sorrio)
(Apreciei, sobremaneira, a subtileza e o jogo de palavras, neste poema)
obrigado eu tb
obrigado eu tb
Compraz-me a vida E um
Compraz-me a vida
E um século-meio a esperar
Algo de quem não me acusa