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Divagações

O universo é amplo, em cada investigar um mundo a descoberto, na diferença de ser, pensar ou receber.
Toda a cultura é o abrangente sentido do íntimo aprendido e recolhido na essência interna de cada
individuo.
Um ser é único.
E a todos cabe o natural direito de ler as formas egocêntricas de qualquer oscilação à sua volta, no
respeito da existência e da inclusão sem constrangimento.
O vento não é visível ao olhar, é sentido no âmago da sensível aresta que se dispõem a observar.
Uma tempestade é um momento alienado ou um fascino extraordinário no óculo de cada visionário.
Até mesmo as palavras escrita ou ditas usufruem o poder que cada um lhes poder dar, ou ter a intensidade de um só momento banal na casual flutuação da mente.
Os vértices do universo envolvem a forma que todo o coração lhes entende dar, a criação é um todo global e nunca um casual existir por mera vontade de um elemento só pelo facto de permanecer.
A realidade é tão clara como a retina a consegue figurar, deixar brilhar ou ofuscar.
A leitura da soma dos factos é o individual existir e nunca a universalidade de todos os empreendimentos.
Terá a razão um só lado…será a razão um único caso?
Existem razões que só cada razão conhece...a razão desconhece a força, dessas razões...tudo isto muitas vezes deixa a razão longe da percepção.
Contudo a esfera do tempo não muda…

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domingo, abril 18, 2010 - 13:58

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AnaCoelho

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Comentários

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Re: Divagações

Uma esfera de tempo que a existir foi o
inicio de tudo e sea o fim, quando o tempo se acabar e deixarmos de andar às voltas com ele

Um bom texto

beijos

Matilde D'ônix

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