CONCURSOS:

Edite o seu Livro! A corpos editora edita todos os géneros literários. Clique aqui.
Quer editar o seu livro de Poesia?  Clique aqui.
Procuram-se modelos para as nossas capas! Clique aqui.
Procuram-se atores e atrizes! Clique aqui.

 

Depois

Disse adeus para comigo mesmo
No momento em que mais precisei de mim.

Tento agarrar meu nome

Um filho no útero fraco e podre
Da mãe que viaja na droga desta vida

Algumas palavras são como balas atiradas ao crânio

Algum grito ao eco

O vento sussurra algo
Vagarosamente esvai
Ao largo como barca à deriva

As cabeças são pinturas...
Dependuradas nas paredes
Algum ser tem sede de holocausto

Um quarto aberto e uma alma fechada
Um caixão enterrado e um corpo soterrado de vida

Um rosto tentando chorar
Alguma encruzilhada oferecida ao pacto

Quem se aproxima
Eu me distancio
Aqui estou eu
Latejantemente pulsantemente ardorosamente.

Submited by

terça-feira, dezembro 15, 2009 - 20:04

Ministério da Poesia :

No votes yet

Alcantra

imagem de Alcantra
Offline
Título: Membro
Última vez online: há 11 anos 15 semanas
Membro desde: 04/14/2009
Conteúdos:
Pontos: 1563

Add comment

Se logue para poder enviar comentários

other contents of Alcantra

Tópico Título Respostas Views Last Postícone de ordenação Língua
Ministério da Poesia/Geral Duas paredes 0 1.863 11/19/2010 - 19:08 Português
Ministério da Poesia/Geral Sede dos corpos 0 2.703 11/19/2010 - 19:08 Português
Ministério da Poesia/Geral O lixo da boca 0 1.720 11/19/2010 - 19:08 Português
Ministério da Poesia/Geral Virgem metal 0 3.957 11/19/2010 - 19:08 Português
Ministério da Poesia/Geral Carne de pedra 0 2.065 11/19/2010 - 19:08 Português
Ministério da Poesia/Geral Fim avarandado 0 2.023 11/19/2010 - 19:08 Português
Ministério da Poesia/Geral Dentro do espelho 0 1.713 11/19/2010 - 19:08 Português
Ministério da Poesia/Geral Um destroçado sorriso 0 2.637 11/19/2010 - 19:08 Português
Ministério da Poesia/Geral Anestésico da alma 0 2.728 11/19/2010 - 19:08 Português
Ministério da Poesia/Geral Fita laranja 0 2.785 11/19/2010 - 19:08 Português
Ministério da Poesia/Geral Caro insano tonto monstro 0 2.671 11/19/2010 - 19:08 Português
Ministério da Poesia/Geral Assaz lágrima ao soluço 0 1.749 11/19/2010 - 19:08 Português
Ministério da Poesia/Geral Sítio da memória 0 1.496 11/19/2010 - 19:08 Português
Ministério da Poesia/Geral Aeronave de Tróia 0 1.896 11/19/2010 - 19:08 Português
Ministério da Poesia/Geral Barro frio 0 1.929 11/19/2010 - 19:08 Português
Ministério da Poesia/Geral Lutolento 0 4.387 11/19/2010 - 19:08 Português
Ministério da Poesia/Geral Não 0 1.615 11/19/2010 - 19:08 Português
Ministério da Poesia/Geral Da vida não se fala... 0 1.679 11/19/2010 - 19:08 Português
Ministério da Poesia/Geral Jesuficado 0 3.334 11/19/2010 - 19:08 Português
Ministério da Poesia/Geral O carisma do louco 0 1.956 11/19/2010 - 19:08 Português
Ministério da Poesia/Geral O sonho é a visão do cego 0 3.035 11/19/2010 - 19:08 Português
Ministério da Poesia/Geral Manhã infeliz 0 2.370 11/19/2010 - 19:08 Português
Ministério da Poesia/Geral O veneno da flor 0 1.464 11/19/2010 - 19:08 Português
Ministério da Poesia/Geral Olhos 0 1.938 11/19/2010 - 19:08 Português
Ministério da Poesia/Geral Silêncio esdrúxulo 0 1.806 11/19/2010 - 19:08 Português