Noites brancas,
Noites brancas,
De pedras
Ocasionais,
Nas luzes imprecisas
Sexo exposto,
Sem regras ou
Esquinas precisas
Noites,
Noite
Vagina
De ângulos
Graves – erecção
Nada
De Mulher,
Feminina –
Flor
Desventrada
No chão
A Cidade I (O Membro)
Jorge Humberto
Submited by
Tuesday, February 21, 2012 - 15:05
Poesia :
- Login to post comments
- 1095 reads
Add comment
Login to post comments
other contents of Jorge Humberto
| Topic | Title | Replies | Views |
Last Post |
Language | |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Poesia/Erotic | MINHAS MÃOS | 2 | 1.338 | 02/14/2012 - 10:27 | Portuguese | |
| Poesia/Intervention | RUANDA NUNCA MAIS | 9 | 1.438 | 02/14/2012 - 10:24 | Portuguese | |
| Poesia/General | HÁ GRITOS | 2 | 1.491 | 02/12/2012 - 11:40 | Portuguese | |
| Poesia/General | IMPOSSÍVEL DESEJO | 0 | 1.010 | 02/11/2012 - 11:57 | Portuguese | |
| Poesia/General | OLHOS PROCURAM OLHOS | 0 | 1.320 | 02/11/2012 - 11:53 | Portuguese | |
| Poesia/General | DESASSOSSEGO | 2 | 1.143 | 02/09/2012 - 12:05 | Portuguese | |
| Poesia/Meditation | EM SILÊNCIO ESCUTEI-ME | 0 | 1.519 | 02/08/2012 - 15:29 | Portuguese | |
| Poesia/Song | CARROSSEL | 0 | 1.471 | 02/08/2012 - 14:45 | Portuguese | |
| Poesia/Joy | A MÚSICA DA POESIA | 6 | 1.064 | 02/08/2012 - 14:04 | Portuguese | |
| Poesia/Sadness | ASSASSINADO | 0 | 862 | 02/07/2012 - 12:29 | Portuguese | |
| Poesia/Dedicated | AO ACORDAR | 0 | 976 | 02/07/2012 - 12:19 | Portuguese | |
| Poesia/General | ANJO OU DEMÓNIO | 0 | 1.176 | 02/07/2012 - 12:14 | Portuguese | |
| Poesia/Meditation | ÁGUAS | 0 | 1.341 | 02/06/2012 - 12:52 | Portuguese | |
| Poesia/Friendship | A VEZ DA ROSA | 0 | 1.069 | 02/06/2012 - 12:44 | Portuguese | |
| Poesia/Fantasy | DE ALGODÃO É A REALIDADE | 2 | 854 | 02/06/2012 - 12:26 | Portuguese | |
| Poesia/Meditation | EIS O TEU DIA | 2 | 1.858 | 02/06/2012 - 12:22 | Portuguese | |
| Poesia/General | DE LUTAR FICOU-ME A LIBERDADE | 0 | 1.033 | 02/05/2012 - 14:02 | Portuguese | |
| Poesia/Disillusion | Nada muda!!! | 0 | 1.135 | 02/04/2012 - 12:02 | Portuguese | |
| Poesia/Sadness | Quem era aquele no chão | 0 | 1.101 | 02/04/2012 - 11:59 | Portuguese | |
| Poesia/General | Distúrbios | 0 | 1.125 | 02/04/2012 - 11:56 | Portuguese | |
| Poesia/Love | Antes Do Corpo Cansado... | 0 | 1.062 | 02/03/2012 - 12:49 | Portuguese | |
| Poesia/Joy | A VELHA E SÁBIA ÁRVORE | 0 | 1.096 | 02/03/2012 - 12:21 | Portuguese | |
| Poesia/General | À BANALIZAÇÃO DA POESIA | 0 | 1.525 | 02/03/2012 - 12:05 | Portuguese | |
| Poesia/Aphorism | Para teres tudo, quer nada | 0 | 1.005 | 02/02/2012 - 12:23 | Portuguese | |
| Poesia/Aphorism | Onde a palavra comece a vingar | 0 | 1.510 | 02/02/2012 - 12:20 | Portuguese |






Comments
Uma provocação, um
Uma provocação, um incómodo!
Por vezes as palavras servem para mostrar o lado negativo da vida.
Muito bem amigo.
Beijinhos.
Noites Brancas
Noites brancas - sem sentido
Sexo exposto, sem amor, sem beleza. Solidão!
Só existe o que se vê, num determinado momento:
a noite, a cidade, o rio, testemunhas silenciosas
do deambular fantástico dos infelizes
Extraordinário amigo, pelo teu poema, comprendo-o da maneira que te acabo de responder .
Um abraço, continuarei a visitar o teu cantinho
Olá meu caro amigo e poeta, Docarmo,
Olá meu caro amigo e poeta, Docarmo, muito obrigado por aceitares meu convite e por me deixares teu ilustre e correcto comentário a meu poema. O mundo está conspurcado, parece que este se asemelha a um desfile de gentes estranhas,
desenraizadas de todos os valores morais, que nos deviam reger.
Espero-te mais vezes, para meu grato prazer.
Abraços meus
Jorge Humberto
Olá minha querida Teresa,
Olá minha querida Teresa, bom dia!
Realmente incómodo é como me sinto, vendo mulheres serem vistas como meros objectos sexuais, para uso e abuso dos homens, esposos, namorados, tiando-lhes tudo o que é Graça numa mulher. Poesia não deve ser só o que é beleza a nossos olhos, mas o que fere esses mesmos olhos. Não podemos ser passivos e omissos.
Muito me apraz tua visita a meu cantinho de poesia, lendo o teu belo comentário.
Beijinhos
Jorge Humberto
Querida Isabella,
Querida Isabella, um prazer inaudito, ter-te no meu cantinho de poesia,
sorvendo as palavras que me deixas. Todo o homem tem sentimento, muitos não o sabem mostrar, por questões culturais, há muito ultrapassadas e que, infelizmente, ainda perduram. Vivi, errei, sobrevivi e levantei-me, sempre com olhos limpos de criança e respeito por todo o ser humano, a natureza e o que ela alberga. Corri mundo.. cresci (de dentro para fora) me fiz poeta de muitos e neles sou como em mim, com muito amor e nunca calando esta voz às desigualdades, e aos abusos De Homem para Homem, perpetrados. Em cada flor, de um lindo jardim, vejo toda a Graça que há numa mulher, por mim amada (s).
Obrigado pela visita e comentário a propósito.
Beijinhos do amigo
Jorge Humberto
GRAVE....
Gostei do seu poema,
tocou-me,
como mulher,
ainda não tinha pensado,
que os homens tb têm sentimentos,
onde as diferenças, marcam barreiras agrestes,
no sexo sem amor!
Parabéns!
beijo de
sua amiga
Isabella