Noites brancas,
Noites brancas,
De pedras
Ocasionais,
Nas luzes imprecisas
Sexo exposto,
Sem regras ou
Esquinas precisas
Noites,
Noite
Vagina
De ângulos
Graves – erecção
Nada
De Mulher,
Feminina –
Flor
Desventrada
No chão
A Cidade I (O Membro)
Jorge Humberto
Submited by
Tuesday, February 21, 2012 - 15:05
Poesia :
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Comments
Uma provocação, um
Uma provocação, um incómodo!
Por vezes as palavras servem para mostrar o lado negativo da vida.
Muito bem amigo.
Beijinhos.
Noites Brancas
Noites brancas - sem sentido
Sexo exposto, sem amor, sem beleza. Solidão!
Só existe o que se vê, num determinado momento:
a noite, a cidade, o rio, testemunhas silenciosas
do deambular fantástico dos infelizes
Extraordinário amigo, pelo teu poema, comprendo-o da maneira que te acabo de responder .
Um abraço, continuarei a visitar o teu cantinho
Olá meu caro amigo e poeta, Docarmo,
Olá meu caro amigo e poeta, Docarmo, muito obrigado por aceitares meu convite e por me deixares teu ilustre e correcto comentário a meu poema. O mundo está conspurcado, parece que este se asemelha a um desfile de gentes estranhas,
desenraizadas de todos os valores morais, que nos deviam reger.
Espero-te mais vezes, para meu grato prazer.
Abraços meus
Jorge Humberto
Olá minha querida Teresa,
Olá minha querida Teresa, bom dia!
Realmente incómodo é como me sinto, vendo mulheres serem vistas como meros objectos sexuais, para uso e abuso dos homens, esposos, namorados, tiando-lhes tudo o que é Graça numa mulher. Poesia não deve ser só o que é beleza a nossos olhos, mas o que fere esses mesmos olhos. Não podemos ser passivos e omissos.
Muito me apraz tua visita a meu cantinho de poesia, lendo o teu belo comentário.
Beijinhos
Jorge Humberto
Querida Isabella,
Querida Isabella, um prazer inaudito, ter-te no meu cantinho de poesia,
sorvendo as palavras que me deixas. Todo o homem tem sentimento, muitos não o sabem mostrar, por questões culturais, há muito ultrapassadas e que, infelizmente, ainda perduram. Vivi, errei, sobrevivi e levantei-me, sempre com olhos limpos de criança e respeito por todo o ser humano, a natureza e o que ela alberga. Corri mundo.. cresci (de dentro para fora) me fiz poeta de muitos e neles sou como em mim, com muito amor e nunca calando esta voz às desigualdades, e aos abusos De Homem para Homem, perpetrados. Em cada flor, de um lindo jardim, vejo toda a Graça que há numa mulher, por mim amada (s).
Obrigado pela visita e comentário a propósito.
Beijinhos do amigo
Jorge Humberto
GRAVE....
Gostei do seu poema,
tocou-me,
como mulher,
ainda não tinha pensado,
que os homens tb têm sentimentos,
onde as diferenças, marcam barreiras agrestes,
no sexo sem amor!
Parabéns!
beijo de
sua amiga
Isabella