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Tenho um conto pra contar

Tenho um conto original
Para contar
Nem bem nem mal,
Sem muito alterar

Acaba no fim,
A originalidade que tinha,
No início
Da primeira linha,

Depois, sempre em tom igual,
Conto sobretudo,
A alma alheia, da qual
Duvido, mas D’ouvido

Me soe mais suave.
Não desejo a eternidade,
Pois de nada me serve,
Ou ajude,

Conto o amor,
Quando o calo,
O desamor,
Quando o falo,

O oportuno quando desminto
O engano, aos crédulos,
A um quórum injusto
E a mais uns poucos sujeitos…

Joel Matos (21/12/2012)
http://namastibetpoems.blogspot.com

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quinta-feira, novembro 14, 2013 - 11:00

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