A importância de estar …

A importância de estar presente,
Foi a que eu sempre quis ter, no
Extremo do que nunca vou ser,
Importa o esforço de não deixar
De fazer e do que tarda a vir,
O vencer do desejo, do desejo
De vencer resta a impaciência,
Na medida do comprido do bico,
-De alguma vez ter voz, como sendo
Minha. -A importância – e mesquinho
Eu também, que em breve morrerei
Humilhado, envergonhado sim,
Por não ter, nem qualquer simbólico
Preço, nem valor para indústria a
Granel, no mercado prestamista
Valho zero, nada a retalho, pouco
Sirvo, nada mais que um Bordalo
No fundo da caneca, sendo vinho
De Pias tinto, carrascão corrente,
Bom copo até para padre, na missa.
O importante é ser lembrada breve,
Terminando a homilia de joelhos,
Como homem o normal que a mim
Me obrigo, com princípio meio, fim.
A importância é estar presente apenas
Na expressão plástica de que viver
É uma realidade externa, presa “ad-
-aeternum” à consciência vascular táctil,
De existir sem estar realmente vivo,
Presente nos restos que são palavras,
Semelhanças que nunca deixei de ter,
Com quem de maneira alguma eu fui.
Joel Matos (12 Fevereiro 2023)
https://namastibet.wordpress.com
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A importância de estar
A importância de estar presente,
Foi a que eu sempre quis ter, no
Extremo do que nunca vou ser,
Importa o esforço de não deixar
De fazer e do que tarda a vir,
O vencer do desejo, do desejo
De vencer resta a impaciência,
Na medida do comprido do bico,
-De alguma vez ter voz, como sendo
Minha. -A importância – e mesquinho
Eu também, que em breve morrerei
Humilhado, envergonhado sim,
Por não ter, nem qualquer simbólico
Preço, nem valor para indústria a
Granel, no mercado prestamista
Valho zero, nada a retalho, pouco
Sirvo, nada mais que um Bordalo
No fundo da caneca, sendo vinho
De Pias tinto, carrascão corrente,
Bom copo até para padre, na missa.
O importante é ser lembrada breve,
Terminando a homilia de joelhos,
Como homem o normal que a mim
Me obrigo, com princípio meio, fim.
A importância é estar presente apenas
Na expressão plástica de que viver
É uma realidade externa, presa “ad-
-aeternum” à consciência vascular táctil,
De existir sem estar realmente vivo,
Presente nos restos que são palavras,
Semelhanças que nunca deixei de ter,
Com quem de maneira alguma eu fui.
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A importância de estar
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Extremo do que nunca vou ser,
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De fazer e do que tarda a vir,
O vencer do desejo, do desejo
De vencer resta a impaciência,
Na medida do comprido do bico,
-De alguma vez ter voz, como sendo
Minha. -A importância – e mesquinho
Eu também, que em breve morrerei
Humilhado, envergonhado sim,
Por não ter, nem qualquer simbólico
Preço, nem valor para indústria a
Granel, no mercado prestamista
Valho zero, nada a retalho, pouco
Sirvo, nada mais que um Bordalo
No fundo da caneca, sendo vinho
De Pias tinto, carrascão corrente,
Bom copo até para padre, na missa.
O importante é ser lembrada breve,
Terminando a homilia de joelhos,
Como homem o normal que a mim
Me obrigo, com princípio meio, fim.
A importância é estar presente apenas
Na expressão plástica de que viver
É uma realidade externa, presa “ad-
-aeternum” à consciência vascular táctil,
De existir sem estar realmente vivo,
Presente nos restos que são palavras,
Semelhanças que nunca deixei de ter,
Com quem de maneira alguma eu fui.
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A importância de estar
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Foi a que eu sempre quis ter, no
Extremo do que nunca vou ser,
Importa o esforço de não deixar
De fazer e do que tarda a vir,
O vencer do desejo, do desejo
De vencer resta a impaciência,
Na medida do comprido do bico,
-De alguma vez ter voz, como sendo
Minha. -A importância – e mesquinho
Eu também, que em breve morrerei
Humilhado, envergonhado sim,
Por não ter, nem qualquer simbólico
Preço, nem valor para indústria a
Granel, no mercado prestamista
Valho zero, nada a retalho, pouco
Sirvo, nada mais que um Bordalo
No fundo da caneca, sendo vinho
De Pias tinto, carrascão corrente,
Bom copo até para padre, na missa.
O importante é ser lembrada breve,
Terminando a homilia de joelhos,
Como homem o normal que a mim
Me obrigo, com princípio meio, fim.
A importância é estar presente apenas
Na expressão plástica de que viver
É uma realidade externa, presa “ad-
-aeternum” à consciência vascular táctil,
De existir sem estar realmente vivo,
Presente nos restos que são palavras,
Semelhanças que nunca deixei de ter,
Com quem de maneira alguma eu fui.
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Foi a que eu sempre quis ter, no
Extremo do que nunca vou ser,
Importa o esforço de não deixar
De fazer e do que tarda a vir,
O vencer do desejo, do desejo
De vencer resta a impaciência,
Na medida do comprido do bico,
-De alguma vez ter voz, como sendo
Minha. -A importância – e mesquinho
Eu também, que em breve morrerei
Humilhado, envergonhado sim,
Por não ter, nem qualquer simbólico
Preço, nem valor para indústria a
Granel, no mercado prestamista
Valho zero, nada a retalho, pouco
Sirvo, nada mais que um Bordalo
No fundo da caneca, sendo vinho
De Pias tinto, carrascão corrente,
Bom copo até para padre, na missa.
O importante é ser lembrada breve,
Terminando a homilia de joelhos,
Como homem o normal que a mim
Me obrigo, com princípio meio, fim.
A importância é estar presente apenas
Na expressão plástica de que viver
É uma realidade externa, presa “ad-
-aeternum” à consciência vascular táctil,
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De fazer e do que tarda a vir,
O vencer do desejo, do desejo
De vencer resta a impaciência,
Na medida do comprido do bico,
-De alguma vez ter voz, como sendo
Minha. -A importância – e mesquinho
Eu também, que em breve morrerei
Humilhado, envergonhado sim,
Por não ter, nem qualquer simbólico
Preço, nem valor para indústria a
Granel, no mercado prestamista
Valho zero, nada a retalho, pouco
Sirvo, nada mais que um Bordalo
No fundo da caneca, sendo vinho
De Pias tinto, carrascão corrente,
Bom copo até para padre, na missa.
O importante é ser lembrada breve,
Terminando a homilia de joelhos,
Como homem o normal que a mim
Me obrigo, com princípio meio, fim.
A importância é estar presente apenas
Na expressão plástica de que viver
É uma realidade externa, presa “ad-
-aeternum” à consciência vascular táctil,
De existir sem estar realmente vivo,
Presente nos restos que são palavras,
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A importância de estar presente,
Foi a que eu sempre quis ter, no
Extremo do que nunca vou ser,
Importa o esforço de não deixar
De fazer e do que tarda a vir,
O vencer do desejo, do desejo
De vencer resta a impaciência,
Na medida do comprido do bico,
-De alguma vez ter voz, como sendo
Minha. -A importância – e mesquinho
Eu também, que em breve morrerei
Humilhado, envergonhado sim,
Por não ter, nem qualquer simbólico
Preço, nem valor para indústria a
Granel, no mercado prestamista
Valho zero, nada a retalho, pouco
Sirvo, nada mais que um Bordalo
No fundo da caneca, sendo vinho
De Pias tinto, carrascão corrente,
Bom copo até para padre, na missa.
O importante é ser lembrada breve,
Terminando a homilia de joelhos,
Como homem o normal que a mim
Me obrigo, com princípio meio, fim.
A importância é estar presente apenas
Na expressão plástica de que viver
É uma realidade externa, presa “ad-
-aeternum” à consciência vascular táctil,
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