A verdade por promessa

"A verdade por promessa"
(O contraste não se atravessa, se esmaga )
A verdade por promessa
O objectivo da minha vida
é a imprecisão, ela por vezes
me espanta e me esmaga
transversalmente, é talvez
pouco natural o explicar
ao mundo, o mundo que
inda não habituei a habitar,
Isso me basta como contradição
e para ocupar a minha
alma exausta de tanto duvidar
atrás das preciosas alvoradas
ou dos detalhes do que tenho
ainda que andar, nesta viagem
à minha roda,
Sem volta nem pra onde ir,
razão pra alternar de rota
não tenho, embora pergunte
a mim mesmo até onde
esta tão turva, tão manchada
de tida, de nada, de estar
sem estar.
O rosto com que rio por mim
é rasgado, o arroio se tornou
instinto, fluente não, nem resposta
real tenho para dar à realidade
que em mim não há, nem muda de forma
ajusta-se a outra forma,
não a original nem à concreta,
Joel Matos (Novembro 2022)
http://joel-matos.blogspot.com
https://namastibet.wordpress.com
http://namastibetpoems.blogspot.com
O Transhumante
Submited by
Poesia :
- Inicie sesión para enviar comentarios
- 3685 reads
Add comment
other contents of Joel
| Tema | Título | Respuestas | Lecturas |
Último envío |
Idioma | |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Poesia/General | Tudo em mim, | 13 | 13.315 | 02/25/2022 - 17:40 | Portuguese | |
| Poesia/General | E eu deixei meus olhos | 12 | 5.247 | 02/25/2022 - 17:40 | Portuguese | |
| Poesia/General | Meu instinto é dado pelos dedos mindinhos | 22 | 9.535 | 02/25/2022 - 17:39 | Portuguese | |
| Ministério da Poesia/General | Sem nada … | 17 | 5.710 | 02/19/2022 - 15:18 | Portuguese | |
| Poesia/General | Até que mais seja | 33 | 8.842 | 02/17/2022 - 10:28 | Portuguese | |
| Poesia/General | Send'a própria imagem minha, Continuo'a ser eu ess’outro … | 18 | 12.757 | 01/21/2022 - 18:07 | Portuguese | |
| Poesia/General | Perfeitos no amor e no pranto … | 46 | 7.638 | 01/20/2022 - 22:04 | Portuguese | |
| Ministério da Poesia/General | O facto de respirar … | 43 | 12.338 | 01/19/2022 - 20:36 | Portuguese | |
| Poesia/General | Não me substituam a realidade | 36 | 7.249 | 01/15/2022 - 09:31 | Portuguese | |
| Ministério da Poesia/General | Sou tudo quanto dou e devo ... | 18 | 7.205 | 01/04/2022 - 18:16 | Portuguese | |
| Poesia/General | Cada um de todos nós é todo'mundo, | 31 | 12.607 | 12/11/2021 - 20:10 | Portuguese | |
| Poesia/General | Há um vão à minha espera | 2 | 5.365 | 07/01/2021 - 11:50 | Portuguese | |
| Ministério da Poesia/General | Sonho sem fim, nem fundo ... | 1 | 5.117 | 06/21/2021 - 15:27 | Portuguese | |
| Ministério da Poesia/General | Absurdo e Sem-Fim… | 1 | 5.763 | 06/21/2021 - 15:26 | Portuguese | |
| Ministério da Poesia/General | A Rua ao meu lado ou O Valor do riso... | 1 | 7.320 | 06/21/2021 - 15:25 | Portuguese | |
| Ministério da Poesia/General | Rua dos Douradores 30 ... | 1 | 9.397 | 06/21/2021 - 15:25 | Portuguese | |
| Ministério da Poesia/General | Excerto “do que era certo” | 1 | 9.732 | 06/21/2021 - 15:25 | Portuguese | |
| Ministério da Poesia/General | Ladram cães à distância, Mato o "Por-Matar" ... | 2 | 8.711 | 06/21/2021 - 15:22 | Portuguese | |
| Ministério da Poesia/General | Morri lívido e nu ... | 1 | 5.541 | 06/21/2021 - 15:22 | Portuguese | |
| Ministério da Poesia/General | Sou "O-Feito-Do-Primeiro-Vidente" | 1 | 7.052 | 06/21/2021 - 15:21 | Portuguese | |
| Ministério da Poesia/General | Nada se parece comigo | 1 | 4.973 | 06/21/2021 - 15:20 | Portuguese | |
| Ministério da Poesia/General | Quantos Césares fui eu !!! | 1 | 5.071 | 06/21/2021 - 15:20 | Portuguese | |
| Ministério da Poesia/General | "Sic est vulgus" | 1 | 9.042 | 06/21/2021 - 15:19 | Portuguese | |
| Ministério da Poesia/General | Como morre um Rei de palha... | 1 | 8.408 | 06/21/2021 - 14:44 | Portuguese | |
| Ministério da Poesia/General | Vivo do oficio das paixões | 1 | 6.493 | 06/21/2021 - 14:44 | Portuguese |






Comentarios
A verdade por promessa" (O
A verdade por promessa"
(O contraste não se atravessa, se esmaga )
A verdade por promessa
O objectivo da minha vida
é a imprecisão, ela por vezes
me espanta e me esmaga
transversalmente, é talvez
pouco natural o explicar
ao mundo, o mundo que
inda não habituei a habitar,
Isso me basta como contradição
e para ocupar a minha
alma exausta de tanto duvidar
atrás das preciosas alvoradas
ou dos detalhes do que tenho
ainda que andar, nesta viagem
à minha roda,
Sem volta nem pra onde ir,
razão pra alternar de rota
não tenho, embora pergunte
a mim mesmo até onde
esta tão turva, tão manchada
de tida, de nada, de estar
sem estar.
O rosto com que rio por mim
é rasgado, o arroio se tornou
instinto, fluente não, nem resposta
real tenho para dar à realidade
que em mim não há, nem muda de forma
ajusta-se a outra forma,
não a original nem à concreta,
Joel Matos (Novembro 2022)
http://joel-matos.blogspot.com
https://namastibet.wordpress.com
http://namastibetpoems.blogspot.com
O Transhumante
A verdade por promessa" (O
A verdade por promessa"
(O contraste não se atravessa, se esmaga )
A verdade por promessa
O objectivo da minha vida
é a imprecisão, ela por vezes
me espanta e me esmaga
transversalmente, é talvez
pouco natural o explicar
ao mundo, o mundo que
inda não habituei a habitar,
Isso me basta como contradição
e para ocupar a minha
alma exausta de tanto duvidar
atrás das preciosas alvoradas
ou dos detalhes do que tenho
ainda que andar, nesta viagem
à minha roda,
Sem volta nem pra onde ir,
razão pra alternar de rota
não tenho, embora pergunte
a mim mesmo até onde
esta tão turva, tão manchada
de tida, de nada, de estar
sem estar.
O rosto com que rio por mim
é rasgado, o arroio se tornou
instinto, fluente não, nem resposta
real tenho para dar à realidade
que em mim não há, nem muda de forma
ajusta-se a outra forma,
não a original nem à concreta,
Joel Matos (Novembro 2022)
http://joel-matos.blogspot.com
https://namastibet.wordpress.com
http://namastibetpoems.blogspot.com
O Transhumante
A verdade por promessa" (O
A verdade por promessa"
(O contraste não se atravessa, se esmaga )
A verdade por promessa
O objectivo da minha vida
é a imprecisão, ela por vezes
me espanta e me esmaga
transversalmente, é talvez
pouco natural o explicar
ao mundo, o mundo que
inda não habituei a habitar,
Isso me basta como contradição
e para ocupar a minha
alma exausta de tanto duvidar
atrás das preciosas alvoradas
ou dos detalhes do que tenho
ainda que andar, nesta viagem
à minha roda,
Sem volta nem pra onde ir,
razão pra alternar de rota
não tenho, embora pergunte
a mim mesmo até onde
esta tão turva, tão manchada
de tida, de nada, de estar
sem estar.
O rosto com que rio por mim
é rasgado, o arroio se tornou
instinto, fluente não, nem resposta
real tenho para dar à realidade
que em mim não há, nem muda de forma
ajusta-se a outra forma,
não a original nem à concreta,
Joel Matos (Novembro 2022)
http://joel-matos.blogspot.com
https://namastibet.wordpress.com
http://namastibetpoems.blogspot.com
O Transhumante
A verdade por promessa" (O
A verdade por promessa"
(O contraste não se atravessa, se esmaga )
A verdade por promessa
O objectivo da minha vida
é a imprecisão, ela por vezes
me espanta e me esmaga
transversalmente, é talvez
pouco natural o explicar
ao mundo, o mundo que
inda não habituei a habitar,
Isso me basta como contradição
e para ocupar a minha
alma exausta de tanto duvidar
atrás das preciosas alvoradas
ou dos detalhes do que tenho
ainda que andar, nesta viagem
à minha roda,
Sem volta nem pra onde ir,
razão pra alternar de rota
não tenho, embora pergunte
a mim mesmo até onde
esta tão turva, tão manchada
de tida, de nada, de estar
sem estar.
O rosto com que rio por mim
é rasgado, o arroio se tornou
instinto, fluente não, nem resposta
real tenho para dar à realidade
que em mim não há, nem muda de forma
ajusta-se a outra forma,
não a original nem à concreta,
Joel Matos (Novembro 2022)
http://joel-matos.blogspot.com
https://namastibet.wordpress.com
http://namastibetpoems.blogspot.com
O Transhumante
A verdade por promessa" (O
A verdade por promessa"
(O contraste não se atravessa, se esmaga )
A verdade por promessa
O objectivo da minha vida
é a imprecisão, ela por vezes
me espanta e me esmaga
transversalmente, é talvez
pouco natural o explicar
ao mundo, o mundo que
inda não habituei a habitar,
Isso me basta como contradição
e para ocupar a minha
alma exausta de tanto duvidar
atrás das preciosas alvoradas
ou dos detalhes do que tenho
ainda que andar, nesta viagem
à minha roda,
Sem volta nem pra onde ir,
razão pra alternar de rota
não tenho, embora pergunte
a mim mesmo até onde
esta tão turva, tão manchada
de tida, de nada, de estar
sem estar.
O rosto com que rio por mim
é rasgado, o arroio se tornou
instinto, fluente não, nem resposta
real tenho para dar à realidade
que em mim não há, nem muda de forma
ajusta-se a outra forma,
não a original nem à concreta,
Joel Matos (Novembro 2022)
http://joel-matos.blogspot.com
https://namastibet.wordpress.com
http://namastibetpoems.blogspot.com
O Transhumante
A verdade por promessa" (O
A verdade por promessa"
(O contraste não se atravessa, se esmaga )
A verdade por promessa
O objectivo da minha vida
é a imprecisão, ela por vezes
me espanta e me esmaga
transversalmente, é talvez
pouco natural o explicar
ao mundo, o mundo que
inda não habituei a habitar,
Isso me basta como contradição
e para ocupar a minha
alma exausta de tanto duvidar
atrás das preciosas alvoradas
ou dos detalhes do que tenho
ainda que andar, nesta viagem
à minha roda,
Sem volta nem pra onde ir,
razão pra alternar de rota
não tenho, embora pergunte
a mim mesmo até onde
esta tão turva, tão manchada
de tida, de nada, de estar
sem estar.
O rosto com que rio por mim
é rasgado, o arroio se tornou
instinto, fluente não, nem resposta
real tenho para dar à realidade
que em mim não há, nem muda de forma
ajusta-se a outra forma,
não a original nem à concreta,
Joel Matos (Novembro 2022)
http://joel-matos.blogspot.com
https://namastibet.wordpress.com
http://namastibetpoems.blogspot.com
O Transhumante
A verdade por promessa" (O
A verdade por promessa"
(O contraste não se atravessa, se esmaga )
A verdade por promessa
O objectivo da minha vida
é a imprecisão, ela por vezes
me espanta e me esmaga
transversalmente, é talvez
pouco natural o explicar
ao mundo, o mundo que
inda não habituei a habitar,
Isso me basta como contradição
e para ocupar a minha
alma exausta de tanto duvidar
atrás das preciosas alvoradas
ou dos detalhes do que tenho
ainda que andar, nesta viagem
à minha roda,
Sem volta nem pra onde ir,
razão pra alternar de rota
não tenho, embora pergunte
a mim mesmo até onde
esta tão turva, tão manchada
de tida, de nada, de estar
sem estar.
O rosto com que rio por mim
é rasgado, o arroio se tornou
instinto, fluente não, nem resposta
real tenho para dar à realidade
que em mim não há, nem muda de forma
ajusta-se a outra forma,
não a original nem à concreta,
Joel Matos (Novembro 2022)
http://joel-matos.blogspot.com
https://namastibet.wordpress.com
http://namastibetpoems.blogspot.com
O Transhumante
A verdade por promessa" (O
A verdade por promessa"
(O contraste não se atravessa, se esmaga )
A verdade por promessa
O objectivo da minha vida
é a imprecisão, ela por vezes
me espanta e me esmaga
transversalmente, é talvez
pouco natural o explicar
ao mundo, o mundo que
inda não habituei a habitar,
Isso me basta como contradição
e para ocupar a minha
alma exausta de tanto duvidar
atrás das preciosas alvoradas
ou dos detalhes do que tenho
ainda que andar, nesta viagem
à minha roda,
Sem volta nem pra onde ir,
razão pra alternar de rota
não tenho, embora pergunte
a mim mesmo até onde
esta tão turva, tão manchada
de tida, de nada, de estar
sem estar.
O rosto com que rio por mim
é rasgado, o arroio se tornou
instinto, fluente não, nem resposta
real tenho para dar à realidade
que em mim não há, nem muda de forma
ajusta-se a outra forma,
não a original nem à concreta,
Joel Matos (Novembro 2022)
http://joel-matos.blogspot.com
https://namastibet.wordpress.com
http://namastibetpoems.blogspot.com
O Transhumante
A verdade por promessa" (O
A verdade por promessa"
(O contraste não se atravessa, se esmaga )
A verdade por promessa
O objectivo da minha vida
é a imprecisão, ela por vezes
me espanta e me esmaga
transversalmente, é talvez
pouco natural o explicar
ao mundo, o mundo que
inda não habituei a habitar,
Isso me basta como contradição
e para ocupar a minha
alma exausta de tanto duvidar
atrás das preciosas alvoradas
ou dos detalhes do que tenho
ainda que andar, nesta viagem
à minha roda,
Sem volta nem pra onde ir,
razão pra alternar de rota
não tenho, embora pergunte
a mim mesmo até onde
esta tão turva, tão manchada
de tida, de nada, de estar
sem estar.
O rosto com que rio por mim
é rasgado, o arroio se tornou
instinto, fluente não, nem resposta
real tenho para dar à realidade
que em mim não há, nem muda de forma
ajusta-se a outra forma,
não a original nem à concreta,
Joel Matos (Novembro 2022)
http://joel-matos.blogspot.com
https://namastibet.wordpress.com
http://namastibetpoems.blogspot.com
O Transhumante