A dança continua

A dança continua,
A poesia não morre,
“Nem que a matem”,
Contudo pode ser f’rida
De morte durante o sono,
Com uma bala de prata,
Ou uma vulgar estaca
No lugar do coração,
Tal como faca de abate,
Sem gume, mal afiada.
Desfigurada no rosto,
Sob a máscara da morte,
Não deixará de sair dela
Meu paliativo, minha culpa
De ferimentos, graves
Golpes e da vulgar cura
“Do costume”, não punitiva
Mas bonita na forma prenha
De copo, taça ou de cálice,
Gamo negro, gazela fêmea, fonte
De bruma, poesia não morre,
Não se abate, nem se encosta
À parede, não se consome,
Com os músculos da face, nos
Gestos do rosto redor dos ossos
Considerados breves, brancos
Como ermitas em mármore e aço.
Poesia não morre, “nem que
A matem”.
Jorge Santos ( Fevereiro 2023)
https://namastibet.wordpress.com
http://namastibetpoems.blogspot.com
Submited by
Ministério da Poesia :
- Inicie sesión para enviar comentarios
- 6720 reads
Add comment
other contents of Joel
| Tema | Título | Respuestas | Lecturas |
Último envío |
Idioma | |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Poesia/General | - Papoila é nome de guerra - | 360 | 64.610 | 01/13/2026 - 20:20 | Portuguese | |
| Ministério da Poesia/General | Minha alma é um lego | 507 | 84.877 | 01/13/2026 - 17:13 | Portuguese | |
| Ministério da Poesia/General | Cuido que não sei, | 174 | 193.761 | 01/13/2026 - 08:47 | Portuguese | |
| Poesia/General | Nunca tive facilidade de agradecer nad'a ninguém | 30 | 91.530 | 01/12/2026 - 20:31 | Portuguese | |
| Ministério da Poesia/General | O mar que não tem a Lua ... | 289 | 215.295 | 01/12/2026 - 11:09 | Portuguese | |
| Poesia/General | A ilusão do Salmão ... | 545 | 292.343 | 01/12/2026 - 10:21 | Portuguese | |
| Poesia/General | Cumpro com rigor a derrota | 3 | 6.887 | 01/11/2026 - 17:09 | Portuguese | |
| Ministério da Poesia/General | Hino ao amanhã | 100 | 166.142 | 01/09/2026 - 10:04 | Portuguese | |
| Ministério da Poesia/General | A sismologia nos símios | 2 | 6.651 | 01/08/2026 - 09:24 | Portuguese | |
| Poesia/General | Da significação aos sonhos ... | 2 | 5.736 | 01/06/2026 - 09:17 | Portuguese | |
| Ministério da Poesia/General | Pedra, tesoura ou papel..."Do que era certo" | 2 | 12.322 | 01/05/2026 - 09:52 | Portuguese | |
| Poesia/General | Deus Ex-Machina, “Anima Vili” ... | 13 | 7.950 | 01/04/2026 - 20:13 | Portuguese | |
| Poesia/General | leve | 25 | 7.814 | 01/04/2026 - 13:16 | Portuguese | |
| Poesia/General | Sou minha própria imagem, | 24 | 6.301 | 01/04/2026 - 13:15 | Portuguese | |
| Poesia/General | Feliz como poucos … | 23 | 5.101 | 01/04/2026 - 13:14 | Portuguese | |
| Poesia/General | A tenaz negação do eu, | 19 | 4.889 | 01/02/2026 - 20:33 | Portuguese | |
| Poesia/General | “Mea Culpa” | 31 | 3.846 | 01/02/2026 - 12:21 | Portuguese | |
| Poesia/General | Não entortem meu sorriso, | 20 | 6.367 | 01/02/2026 - 11:22 | Portuguese | |
| Ministério da Poesia/General | Restolho Ardido… | 21 | 5.279 | 01/02/2026 - 11:21 | Portuguese | |
| Ministério da Poesia/General | Incêndio é uma palavra galga | 15 | 3.942 | 01/02/2026 - 11:21 | Portuguese | |
| Ministério da Poesia/General | Eis a Glande | 15 | 5.815 | 01/02/2026 - 11:20 | Portuguese | |
| Ministério da Poesia/General | Do avesso | 25 | 3.610 | 12/31/2025 - 12:47 | Portuguese | |
| Ministério da Poesia/General | “Hannibal ad Portus” | 14 | 4.411 | 12/30/2025 - 10:06 | Portuguese | |
| Ministério da Poesia/General | Doa a quem doa, o doer … | 67 | 4.814 | 12/30/2025 - 10:04 | Portuguese | |
| Poesia/General | “Falar é ter demasiada consideração pelos outros” | 60 | 3.388 | 12/30/2025 - 10:02 | Portuguese |






Comentarios
A dança continua, A poesia
A dança continua,
A poesia não morre,
“Nem que a matem”,
Contudo pode ser f’rida
De morte durante o sono,
Com uma bala de prata,
Ou uma vulgar estaca
No lugar do coração,
Tal como faca de abate,
Sem gume, mal afiada.
Desfigurada no rosto,
Sob a máscara da morte,
Não deixará de sair dela
Meu paliativo, minha culpa
De ferimentos, graves
Golpes e da vulgar cura
“Do costume”, não punitiva
Mas bonita na forma prenha
De copo, taça ou de cálice,
Gamo negro, gazela fêmea, fonte
De bruma, poesia não morre,
Não se abate, nem se encosta
À parede, não se consome,
Com os músculos da face, nos
Gestos do rosto redor dos ossos
Considerados breves, brancos
Como ermitas em mármore e aço.
Poesia não morre, “nem que
A matem”.
A dança continua, A poesia
A dança continua,
A poesia não morre,
“Nem que a matem”,
Contudo pode ser f’rida
De morte durante o sono,
Com uma bala de prata,
Ou uma vulgar estaca
No lugar do coração,
Tal como faca de abate,
Sem gume, mal afiada.
Desfigurada no rosto,
Sob a máscara da morte,
Não deixará de sair dela
Meu paliativo, minha culpa
De ferimentos, graves
Golpes e da vulgar cura
“Do costume”, não punitiva
Mas bonita na forma prenha
De copo, taça ou de cálice,
Gamo negro, gazela fêmea, fonte
De bruma, poesia não morre,
Não se abate, nem se encosta
À parede, não se consome,
Com os músculos da face, nos
Gestos do rosto redor dos ossos
Considerados breves, brancos
Como ermitas em mármore e aço.
Poesia não morre, “nem que
A matem”.
A dança continua, A poesia
A dança continua,
A poesia não morre,
“Nem que a matem”,
Contudo pode ser f’rida
De morte durante o sono,
Com uma bala de prata,
Ou uma vulgar estaca
No lugar do coração,
Tal como faca de abate,
Sem gume, mal afiada.
Desfigurada no rosto,
Sob a máscara da morte,
Não deixará de sair dela
Meu paliativo, minha culpa
De ferimentos, graves
Golpes e da vulgar cura
“Do costume”, não punitiva
Mas bonita na forma prenha
De copo, taça ou de cálice,
Gamo negro, gazela fêmea, fonte
De bruma, poesia não morre,
Não se abate, nem se encosta
À parede, não se consome,
Com os músculos da face, nos
Gestos do rosto redor dos ossos
Considerados breves, brancos
Como ermitas em mármore e aço.
Poesia não morre, “nem que
A matem”.
A dança continua, A poesia
A dança continua,
A poesia não morre,
“Nem que a matem”,
Contudo pode ser f’rida
De morte durante o sono,
Com uma bala de prata,
Ou uma vulgar estaca
No lugar do coração,
Tal como faca de abate,
Sem gume, mal afiada.
Desfigurada no rosto,
Sob a máscara da morte,
Não deixará de sair dela
Meu paliativo, minha culpa
De ferimentos, graves
Golpes e da vulgar cura
“Do costume”, não punitiva
Mas bonita na forma prenha
De copo, taça ou de cálice,
Gamo negro, gazela fêmea, fonte
De bruma, poesia não morre,
Não se abate, nem se encosta
À parede, não se consome,
Com os músculos da face, nos
Gestos do rosto redor dos ossos
Considerados breves, brancos
Como ermitas em mármore e aço.
Poesia não morre, “nem que
A matem”.
A dança continua, A poesia
A dança continua,
A poesia não morre,
“Nem que a matem”,
Contudo pode ser f’rida
De morte durante o sono,
Com uma bala de prata,
Ou uma vulgar estaca
No lugar do coração,
Tal como faca de abate,
Sem gume, mal afiada.
Desfigurada no rosto,
Sob a máscara da morte,
Não deixará de sair dela
Meu paliativo, minha culpa
De ferimentos, graves
Golpes e da vulgar cura
“Do costume”, não punitiva
Mas bonita na forma prenha
De copo, taça ou de cálice,
Gamo negro, gazela fêmea, fonte
De bruma, poesia não morre,
Não se abate, nem se encosta
À parede, não se consome,
Com os músculos da face, nos
Gestos do rosto redor dos ossos
Considerados breves, brancos
Como ermitas em mármore e aço.
Poesia não morre, “nem que
A matem”.
A dança continua, A poesia
A dança continua,
A poesia não morre,
“Nem que a matem”,
Contudo pode ser f’rida
De morte durante o sono,
Com uma bala de prata,
Ou uma vulgar estaca
No lugar do coração,
Tal como faca de abate,
Sem gume, mal afiada.
Desfigurada no rosto,
Sob a máscara da morte,
Não deixará de sair dela
Meu paliativo, minha culpa
De ferimentos, graves
Golpes e da vulgar cura
“Do costume”, não punitiva
Mas bonita na forma prenha
De copo, taça ou de cálice,
Gamo negro, gazela fêmea, fonte
De bruma, poesia não morre,
Não se abate, nem se encosta
À parede, não se consome,
Com os músculos da face, nos
Gestos do rosto redor dos ossos
Considerados breves, brancos
Como ermitas em mármore e aço.
Poesia não morre, “nem que
A matem”.
A dança continua, A poesia
A dança continua,
A poesia não morre,
“Nem que a matem”,
Contudo pode ser f’rida
De morte durante o sono,
Com uma bala de prata,
Ou uma vulgar estaca
No lugar do coração,
Tal como faca de abate,
Sem gume, mal afiada.
Desfigurada no rosto,
Sob a máscara da morte,
Não deixará de sair dela
Meu paliativo, minha culpa
De ferimentos, graves
Golpes e da vulgar cura
“Do costume”, não punitiva
Mas bonita na forma prenha
De copo, taça ou de cálice,
Gamo negro, gazela fêmea, fonte
De bruma, poesia não morre,
Não se abate, nem se encosta
À parede, não se consome,
Com os músculos da face, nos
Gestos do rosto redor dos ossos
Considerados breves, brancos
Como ermitas em mármore e aço.
Poesia não morre, “nem que
A matem”.
A dança continua, A poesia
A dança continua,
A poesia não morre,
“Nem que a matem”,
Contudo pode ser f’rida
De morte durante o sono,
Com uma bala de prata,
Ou uma vulgar estaca
No lugar do coração,
Tal como faca de abate,
Sem gume, mal afiada.
Desfigurada no rosto,
Sob a máscara da morte,
Não deixará de sair dela
Meu paliativo, minha culpa
De ferimentos, graves
Golpes e da vulgar cura
“Do costume”, não punitiva
Mas bonita na forma prenha
De copo, taça ou de cálice,
Gamo negro, gazela fêmea, fonte
De bruma, poesia não morre,
Não se abate, nem se encosta
À parede, não se consome,
Com os músculos da face, nos
Gestos do rosto redor dos ossos
Considerados breves, brancos
Como ermitas em mármore e aço.
Poesia não morre, “nem que
A matem”.
A dança continua, A poesia
A dança continua,
A poesia não morre,
“Nem que a matem”,
Contudo pode ser f’rida
De morte durante o sono,
Com uma bala de prata,
Ou uma vulgar estaca
No lugar do coração,
Tal como faca de abate,
Sem gume, mal afiada.
Desfigurada no rosto,
Sob a máscara da morte,
Não deixará de sair dela
Meu paliativo, minha culpa
De ferimentos, graves
Golpes e da vulgar cura
“Do costume”, não punitiva
Mas bonita na forma prenha
De copo, taça ou de cálice,
Gamo negro, gazela fêmea, fonte
De bruma, poesia não morre,
Não se abate, nem se encosta
À parede, não se consome,
Com os músculos da face, nos
Gestos do rosto redor dos ossos
Considerados breves, brancos
Como ermitas em mármore e aço.
Poesia não morre, “nem que
A matem”.
A dança continua, A poesia
A dança continua,
A poesia não morre,
“Nem que a matem”,
Contudo pode ser f’rida
De morte durante o sono,
Com uma bala de prata,
Ou uma vulgar estaca
No lugar do coração,
Tal como faca de abate,
Sem gume, mal afiada.
Desfigurada no rosto,
Sob a máscara da morte,
Não deixará de sair dela
Meu paliativo, minha culpa
De ferimentos, graves
Golpes e da vulgar cura
“Do costume”, não punitiva
Mas bonita na forma prenha
De copo, taça ou de cálice,
Gamo negro, gazela fêmea, fonte
De bruma, poesia não morre,
Não se abate, nem se encosta
À parede, não se consome,
Com os músculos da face, nos
Gestos do rosto redor dos ossos
Considerados breves, brancos
Como ermitas em mármore e aço.
Poesia não morre, “nem que
A matem”.