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Surreal II
A telha caiu do telhado.
O telhado ficou de telha.
Choveu.
A senhora do saco
levou-a
e tapou o buraco
do seu telhado.
Adormeceu.
Deitada, já não via o céu…
O telhado ficou de telha.
Choveu.
A senhora do saco
levou-a
e tapou o buraco
do seu telhado.
Adormeceu.
Deitada, já não via o céu…
OF 08-06-12
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domingo, novembro 18, 2012 - 21:37
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Comentários
P/Nuno Lago
Certo, meu amigo.
Não será uma das funções de um certo género de poesia movimentar o intelecto???
Eu bem que gostaria de atingir sempre esse patamar!
Grata, bjo :)
Surreal II
Que dilema, Odete! Ou a chuva ou o sonho... Meditação complexa. Espírito e saber acerados. Por vezes é preciso ter a coragaem de ir para o deserto...
Beijos.
Nuno