Assuão Stop

tabacos surdos,
gostava da noite amena
e repleta de grasnares,
em praça de públicos
diferentes e sós,
lisongeava-se sem
a paz carente dos
abastados de atenção,
chamava-se o que queria,
desfeito assim e
plural de equívocos,
limita escrevinhanços
à média luz do opaco sufoco
do que não
ouve e reparte ao ver,
simbiose perfeita
da loucura descrita,
ei-lo assim pálido,
à espera de quem
pulule do ufano deste
assim morto papel....

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Thursday, May 7, 2009 - 20:48

Poesia :

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singelo

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Comments

Henrique's picture

Re: Assuão Stop

tabacos surdos...

Interessante texto!!!

Um plural pálido!!!

:-)

Conchinha's picture

Re: Assuão Stop

Não é o primeiro poema que desperta a minha atenção.
Gostei.

Abraço

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