Até que mais seja

 

Toco no que há, Até que mais seja

Meu mestre e amigo
Em teu coração partido
Toco, no que dele resta
Até que tudo tenha

Conteúdo maior neste
Meu que tanto odeio,
Quanto me despreza
Com uma tal força que

Nem em mim conheço
Ou possa ser sentida
Por qualquer ser vivo
Que nem alma possua,

Meu mestre e amigo,
Dá-me “tenção” de criar,
Concilia meu intimo
Real com teu ímpeto,

Até que seja o que há,
E nunca passou d’sonho,
A coisa q’jamais fui ou serei,
Sou agora um dos mais,

Eu coisa alguma, a sós
Comigo jaz um espírito
Comum como dois iguais,
Meu mestre e amigo,

Leve rasto, brisa gentil,
Álvaro de Campos +

Joel Matos (Janeiro 2022)

http://joel-matos.blogspot.com
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Thursday, February 17, 2022 - 10:25

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Toco no que há, Até que mais

Toco no que há, Até que mais seja

Meu mestre e amigo
Em teu coração partido
Toco, no que dele resta
Até que tudo tenha

Conteúdo maior neste
Meu que tanto odeio,
Quanto me despreza
Com uma tal força que

Nem em mim conheço
Ou possa ser sentida
Por qualquer ser vivo
Que nem alma possua,

Meu mestre e amigo,
Dá-me “tenção” de criar,
Concilia meu intimo
Real com teu ímpeto,

Até que seja o que há,
E nunca passou d’sonho,
A coisa q’jamais fui ou serei,
Sou agora um dos mais,

Eu coisa alguma, a sós
Comigo jaz um espírito
Comum como dois iguais,
Meu mestre e amigo,

Leve rasto, brisa gentil,
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Toco no que há, Até que mais

Toco no que há, Até que mais seja

Meu mestre e amigo
Em teu coração partido
Toco, no que dele resta
Até que tudo tenha

Conteúdo maior neste
Meu que tanto odeio,
Quanto me despreza
Com uma tal força que

Nem em mim conheço
Ou possa ser sentida
Por qualquer ser vivo
Que nem alma possua,

Meu mestre e amigo,
Dá-me “tenção” de criar,
Concilia meu intimo
Real com teu ímpeto,

Até que seja o que há,
E nunca passou d’sonho,
A coisa q’jamais fui ou serei,
Sou agora um dos mais,

Eu coisa alguma, a sós
Comigo jaz um espírito
Comum como dois iguais,
Meu mestre e amigo,

Leve rasto, brisa gentil,
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Toco no que há, Até que mais

Toco no que há, Até que mais seja

Meu mestre e amigo
Em teu coração partido
Toco, no que dele resta
Até que tudo tenha

Conteúdo maior neste
Meu que tanto odeio,
Quanto me despreza
Com uma tal força que

Nem em mim conheço
Ou possa ser sentida
Por qualquer ser vivo
Que nem alma possua,

Meu mestre e amigo,
Dá-me “tenção” de criar,
Concilia meu intimo
Real com teu ímpeto,

Até que seja o que há,
E nunca passou d’sonho,
A coisa q’jamais fui ou serei,
Sou agora um dos mais,

Eu coisa alguma, a sós
Comigo jaz um espírito
Comum como dois iguais,
Meu mestre e amigo,

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Toco no que há, Até que mais seja

Meu mestre e amigo
Em teu coração partido
Toco, no que dele resta
Até que tudo tenha

Conteúdo maior neste
Meu que tanto odeio,
Quanto me despreza
Com uma tal força que

Nem em mim conheço
Ou possa ser sentida
Por qualquer ser vivo
Que nem alma possua,

Meu mestre e amigo,
Dá-me “tenção” de criar,
Concilia meu intimo
Real com teu ímpeto,

Até que seja o que há,
E nunca passou d’sonho,
A coisa q’jamais fui ou serei,
Sou agora um dos mais,

Eu coisa alguma, a sós
Comigo jaz um espírito
Comum como dois iguais,
Meu mestre e amigo,

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Toco no que há, Até que mais seja

Meu mestre e amigo
Em teu coração partido
Toco, no que dele resta
Até que tudo tenha

Conteúdo maior neste
Meu que tanto odeio,
Quanto me despreza
Com uma tal força que

Nem em mim conheço
Ou possa ser sentida
Por qualquer ser vivo
Que nem alma possua,

Meu mestre e amigo,
Dá-me “tenção” de criar,
Concilia meu intimo
Real com teu ímpeto,

Até que seja o que há,
E nunca passou d’sonho,
A coisa q’jamais fui ou serei,
Sou agora um dos mais,

Eu coisa alguma, a sós
Comigo jaz um espírito
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Meu mestre e amigo
Em teu coração partido
Toco, no que dele resta
Até que tudo tenha

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Meu que tanto odeio,
Quanto me despreza
Com uma tal força que

Nem em mim conheço
Ou possa ser sentida
Por qualquer ser vivo
Que nem alma possua,

Meu mestre e amigo,
Dá-me “tenção” de criar,
Concilia meu intimo
Real com teu ímpeto,

Até que seja o que há,
E nunca passou d’sonho,
A coisa q’jamais fui ou serei,
Sou agora um dos mais,

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Meu que tanto odeio,
Quanto me despreza
Com uma tal força que

Nem em mim conheço
Ou possa ser sentida
Por qualquer ser vivo
Que nem alma possua,

Meu mestre e amigo,
Dá-me “tenção” de criar,
Concilia meu intimo
Real com teu ímpeto,

Até que seja o que há,
E nunca passou d’sonho,
A coisa q’jamais fui ou serei,
Sou agora um dos mais,

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Meu que tanto odeio,
Quanto me despreza
Com uma tal força que

Nem em mim conheço
Ou possa ser sentida
Por qualquer ser vivo
Que nem alma possua,

Meu mestre e amigo,
Dá-me “tenção” de criar,
Concilia meu intimo
Real com teu ímpeto,

Até que seja o que há,
E nunca passou d’sonho,
A coisa q’jamais fui ou serei,
Sou agora um dos mais,

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Com uma tal força que

Nem em mim conheço
Ou possa ser sentida
Por qualquer ser vivo
Que nem alma possua,

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Dá-me “tenção” de criar,
Concilia meu intimo
Real com teu ímpeto,

Até que seja o que há,
E nunca passou d’sonho,
A coisa q’jamais fui ou serei,
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Com uma tal força que

Nem em mim conheço
Ou possa ser sentida
Por qualquer ser vivo
Que nem alma possua,

Meu mestre e amigo,
Dá-me “tenção” de criar,
Concilia meu intimo
Real com teu ímpeto,

Até que seja o que há,
E nunca passou d’sonho,
A coisa q’jamais fui ou serei,
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