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E de repente...

E de repente podia jurar,
Como se o futuro se tornasse tão obvio
E tu te tornasses o meu incanssável ópio
impossivel de não desejar.

Podia jurar, sem qualquer resguardo,
sem qualquer medo ou tormenta,
qualquer gaguejar improvisado
que um apaixonado implementa.

Que tudo, tudo se tornou tão claro
e que ao olhar-te me sinto embriagado
e caio com prazer e sem amparo
neste vicio desprotegido e apaixonado.

E no fundo, eu sei que tudo é uma utopia,
um sonho irreal e frustrado,
uma loucura tão doce, uma fantasia,
um delirar triste e emocionado.

 Mas será errado acreditar...

Na pulsação que me impões a cada movimento?
No desejo inocente de te sentir cada vez mais perto?
No sonho que nasce de um sorriso aberto
e me percorre o corpo num arrepio, a cada momento?

Não penses que exagero nas palavras que vês,
elas nascem dentro de mim novamente
e querem explodir constantemente,
por tudo aquilo que és.

Não me importo que me compares a um louco,
perto de ti sinto-me mesmo descontrolado
e dou sentido a expressão "perdidamente apaixonado",
porque todo o tempo contigo me sabe a pouco.

Encontrei em ti a Musa que estava esquecida,
Mas tenho medo que não entendas os meus porquês,
ainda sem sequer saber bem quem és,
eu ja te sinto como a mulher da minha vida.

Foi mais um dia banal que passou,
e como sempre estavas divinal
nessa tua presença quase irreal,
de tão sublime beleza que se formou.

Olhei para ti e ignorei-te,mantive a calma,
deixei que o meu corpo te sentisse,
voltei me de costas com semblante triste,
porque o teu silêncio revolta-me a alma.
 

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sábado, março 5, 2011 - 01:47

Poesia :

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paullopex

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