Do que tenho dito …

Do que tenho dito …
Assim não é viver,
Como girassóis desfiando
O Sol desd’o começo ao início,
Até não haver mais postiço céu
Ou horizonte branco cor d’visco,
Assim não é viver,
Mistura chão de terra
Com desejo e esperança desfraldada
Mas banal, aliança absoluta
Humana de facto, desperdício
Ter do que os outros têm
Tido, o mesmo suposto
Inútil, o fútil vulgar vício fictício,
O incontido, o mestiço pensamento
D’ametade, do que tenho dito …
“Sem contar da’verdade”,
Duvido dos rins, do fígado
E, como vinha dizendo
Do umbigo que me alberga
Não totalmente, mas “en’parte”.
Viver não é visto como a natureza
Das coisas violentas, terríveis
Mas do seu lado atraente e belo
De paixões emotivas, medidas
Do quadril à garganta.
Joel Matos (Dezembro 2022)
http://joel-matos.blogspot.com
https://namastibet.wordpress.com
Submited by
Ministério da Poesia :
- Login to post comments
- 4349 reads
Add comment
other contents of Joel
| Topic | Title | Replies | Views |
Last Post |
Language | |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Poesia/General | Tudo em mim, | 13 | 13.217 | 02/25/2022 - 17:40 | Portuguese | |
| Poesia/General | E eu deixei meus olhos | 12 | 5.141 | 02/25/2022 - 17:40 | Portuguese | |
| Poesia/General | Meu instinto é dado pelos dedos mindinhos | 22 | 9.382 | 02/25/2022 - 17:39 | Portuguese | |
| Ministério da Poesia/General | Sem nada … | 17 | 5.641 | 02/19/2022 - 15:18 | Portuguese | |
| Poesia/General | Até que mais seja | 33 | 8.629 | 02/17/2022 - 10:28 | Portuguese | |
| Poesia/General | Send'a própria imagem minha, Continuo'a ser eu ess’outro … | 18 | 12.584 | 01/21/2022 - 18:07 | Portuguese | |
| Poesia/General | Perfeitos no amor e no pranto … | 46 | 7.430 | 01/20/2022 - 22:04 | Portuguese | |
| Ministério da Poesia/General | O facto de respirar … | 43 | 12.177 | 01/19/2022 - 20:36 | Portuguese | |
| Poesia/General | Não me substituam a realidade | 36 | 7.123 | 01/15/2022 - 09:31 | Portuguese | |
| Ministério da Poesia/General | Sou tudo quanto dou e devo ... | 18 | 7.054 | 01/04/2022 - 18:16 | Portuguese | |
| Poesia/General | Cada um de todos nós é todo'mundo, | 31 | 12.252 | 12/11/2021 - 20:10 | Portuguese | |
| Poesia/General | Há um vão à minha espera | 2 | 5.301 | 07/01/2021 - 11:50 | Portuguese | |
| Ministério da Poesia/General | Sonho sem fim, nem fundo ... | 1 | 5.054 | 06/21/2021 - 15:27 | Portuguese | |
| Ministério da Poesia/General | Absurdo e Sem-Fim… | 1 | 5.675 | 06/21/2021 - 15:26 | Portuguese | |
| Ministério da Poesia/General | A Rua ao meu lado ou O Valor do riso... | 1 | 7.198 | 06/21/2021 - 15:25 | Portuguese | |
| Ministério da Poesia/General | Rua dos Douradores 30 ... | 1 | 9.341 | 06/21/2021 - 15:25 | Portuguese | |
| Ministério da Poesia/General | Excerto “do que era certo” | 1 | 9.706 | 06/21/2021 - 15:25 | Portuguese | |
| Ministério da Poesia/General | Ladram cães à distância, Mato o "Por-Matar" ... | 2 | 8.627 | 06/21/2021 - 15:22 | Portuguese | |
| Ministério da Poesia/General | Morri lívido e nu ... | 1 | 5.458 | 06/21/2021 - 15:22 | Portuguese | |
| Ministério da Poesia/General | Sou "O-Feito-Do-Primeiro-Vidente" | 1 | 6.837 | 06/21/2021 - 15:21 | Portuguese | |
| Ministério da Poesia/General | Nada se parece comigo | 1 | 4.922 | 06/21/2021 - 15:20 | Portuguese | |
| Ministério da Poesia/General | Quantos Césares fui eu !!! | 1 | 5.025 | 06/21/2021 - 15:20 | Portuguese | |
| Ministério da Poesia/General | "Sic est vulgus" | 1 | 8.914 | 06/21/2021 - 15:19 | Portuguese | |
| Ministério da Poesia/General | Como morre um Rei de palha... | 1 | 8.348 | 06/21/2021 - 14:44 | Portuguese | |
| Ministério da Poesia/General | Vivo do oficio das paixões | 1 | 6.420 | 06/21/2021 - 14:44 | Portuguese |






Comments
Do que tenho dito … Assim não
Do que tenho dito …
Assim não é viver,
Como girassóis desfiando
O Sol desd’o começo ao início,
Até não haver mais postiço céu
Ou horizonte branco cor d’visco,
Assim não é viver,
Mistura chão de terra
Com desejo e esperança desfraldada
Mas banal, aliança absoluta
Humana de facto, desperdício
Ter do que os outros têm
Tido, o mesmo suposto
Inútil, o fútil vulgar vício fictício,
O incontido, o mestiço pensamento
D’ametade, do que tenho dito …
“Sem contar da’verdade”,
Duvido dos rins, do fígado
E, como vinha dizendo
Do umbigo que me alberga
Não totalmente, mas “en’parte”.
Viver não é visto como a natureza
Das coisas violentas, terríveis
Mas do seu lado atraente e belo
De paixões emotivas, medidas
Do quadril à garganta.
Joel Matos (Dezembro 2022)
http://joel-matos.blogspot.com
https://namastibet.wordpress.com
Do que tenho dito … Assim não
Do que tenho dito …
Assim não é viver,
Como girassóis desfiando
O Sol desd’o começo ao início,
Até não haver mais postiço céu
Ou horizonte branco cor d’visco,
Assim não é viver,
Mistura chão de terra
Com desejo e esperança desfraldada
Mas banal, aliança absoluta
Humana de facto, desperdício
Ter do que os outros têm
Tido, o mesmo suposto
Inútil, o fútil vulgar vício fictício,
O incontido, o mestiço pensamento
D’ametade, do que tenho dito …
“Sem contar da’verdade”,
Duvido dos rins, do fígado
E, como vinha dizendo
Do umbigo que me alberga
Não totalmente, mas “en’parte”.
Viver não é visto como a natureza
Das coisas violentas, terríveis
Mas do seu lado atraente e belo
De paixões emotivas, medidas
Do quadril à garganta.
Joel Matos (Dezembro 2022)
http://joel-matos.blogspot.com
https://namastibet.wordpress.com
Do que tenho dito … Assim não
Do que tenho dito …
Assim não é viver,
Como girassóis desfiando
O Sol desd’o começo ao início,
Até não haver mais postiço céu
Ou horizonte branco cor d’visco,
Assim não é viver,
Mistura chão de terra
Com desejo e esperança desfraldada
Mas banal, aliança absoluta
Humana de facto, desperdício
Ter do que os outros têm
Tido, o mesmo suposto
Inútil, o fútil vulgar vício fictício,
O incontido, o mestiço pensamento
D’ametade, do que tenho dito …
“Sem contar da’verdade”,
Duvido dos rins, do fígado
E, como vinha dizendo
Do umbigo que me alberga
Não totalmente, mas “en’parte”.
Viver não é visto como a natureza
Das coisas violentas, terríveis
Mas do seu lado atraente e belo
De paixões emotivas, medidas
Do quadril à garganta.
Joel Matos (Dezembro 2022)
http://joel-matos.blogspot.com
https://namastibet.wordpress.com
Do que tenho dito … Assim não
Do que tenho dito …
Assim não é viver,
Como girassóis desfiando
O Sol desd’o começo ao início,
Até não haver mais postiço céu
Ou horizonte branco cor d’visco,
Assim não é viver,
Mistura chão de terra
Com desejo e esperança desfraldada
Mas banal, aliança absoluta
Humana de facto, desperdício
Ter do que os outros têm
Tido, o mesmo suposto
Inútil, o fútil vulgar vício fictício,
O incontido, o mestiço pensamento
D’ametade, do que tenho dito …
“Sem contar da’verdade”,
Duvido dos rins, do fígado
E, como vinha dizendo
Do umbigo que me alberga
Não totalmente, mas “en’parte”.
Viver não é visto como a natureza
Das coisas violentas, terríveis
Mas do seu lado atraente e belo
De paixões emotivas, medidas
Do quadril à garganta.
Joel Matos (Dezembro 2022)
http://joel-matos.blogspot.com
https://namastibet.wordpress.com
Do que tenho dito … Assim não
Do que tenho dito …
Assim não é viver,
Como girassóis desfiando
O Sol desd’o começo ao início,
Até não haver mais postiço céu
Ou horizonte branco cor d’visco,
Assim não é viver,
Mistura chão de terra
Com desejo e esperança desfraldada
Mas banal, aliança absoluta
Humana de facto, desperdício
Ter do que os outros têm
Tido, o mesmo suposto
Inútil, o fútil vulgar vício fictício,
O incontido, o mestiço pensamento
D’ametade, do que tenho dito …
“Sem contar da’verdade”,
Duvido dos rins, do fígado
E, como vinha dizendo
Do umbigo que me alberga
Não totalmente, mas “en’parte”.
Viver não é visto como a natureza
Das coisas violentas, terríveis
Mas do seu lado atraente e belo
De paixões emotivas, medidas
Do quadril à garganta.
Joel Matos (Dezembro 2022)
http://joel-matos.blogspot.com
https://namastibet.wordpress.com
Do que tenho dito … Assim não
Do que tenho dito …
Assim não é viver,
Como girassóis desfiando
O Sol desd’o começo ao início,
Até não haver mais postiço céu
Ou horizonte branco cor d’visco,
Assim não é viver,
Mistura chão de terra
Com desejo e esperança desfraldada
Mas banal, aliança absoluta
Humana de facto, desperdício
Ter do que os outros têm
Tido, o mesmo suposto
Inútil, o fútil vulgar vício fictício,
O incontido, o mestiço pensamento
D’ametade, do que tenho dito …
“Sem contar da’verdade”,
Duvido dos rins, do fígado
E, como vinha dizendo
Do umbigo que me alberga
Não totalmente, mas “en’parte”.
Viver não é visto como a natureza
Das coisas violentas, terríveis
Mas do seu lado atraente e belo
De paixões emotivas, medidas
Do quadril à garganta.
Joel Matos (Dezembro 2022)
http://joel-matos.blogspot.com
https://namastibet.wordpress.com
Do que tenho dito … Assim não
Do que tenho dito …
Assim não é viver,
Como girassóis desfiando
O Sol desd’o começo ao início,
Até não haver mais postiço céu
Ou horizonte branco cor d’visco,
Assim não é viver,
Mistura chão de terra
Com desejo e esperança desfraldada
Mas banal, aliança absoluta
Humana de facto, desperdício
Ter do que os outros têm
Tido, o mesmo suposto
Inútil, o fútil vulgar vício fictício,
O incontido, o mestiço pensamento
D’ametade, do que tenho dito …
“Sem contar da’verdade”,
Duvido dos rins, do fígado
E, como vinha dizendo
Do umbigo que me alberga
Não totalmente, mas “en’parte”.
Viver não é visto como a natureza
Das coisas violentas, terríveis
Mas do seu lado atraente e belo
De paixões emotivas, medidas
Do quadril à garganta.
Joel Matos (Dezembro 2022)
http://joel-matos.blogspot.com
https://namastibet.wordpress.com