O disfarce das jaulas

Minhas escritas a partir de agora
Serão diminutas,
Pois retorno ao trabalho.

Minhas estranhas horas
Serão entregues a rostos que não quero ver
E a sorrisos que me cansam os lábios.

Hoje, olho para fora
E gosto do melancólico sentimento que a chuva fina me traz,
Olho para ela e percebo um fino lenço solar querendo nascer.

De volta às máquinas,
Ao óleo,
À falsidade.

Submited by

Lunes, Octubre 19, 2009 - 23:55

Poesia :

Sin votos aún

Alcantra

Imagen de Alcantra
Desconectado
Título: Membro
Last seen: Hace 11 años 8 semanas
Integró: 04/14/2009
Posts:
Points: 1563

Comentarios

Imagen de Anita

Re: O disfarce das jaulas

Penso eu que você não falou neste poema da volta do seu trabalho em si, mas sim da angústia diária que o mesmo te trás. É você se debater contra o que você pensa e sente e não ter nada o que fazer por enquanto, a não ser esperar. Te compreendo um pouco, o mundo real já é demais para sua grande alma.

Imagen de RobertoEstevesdaFonseca

Re: O disfarce das jaulas

É isso aí!

Muito bom!!!

Gostei!!!

Bom trabalho!

Parabéns,
Abraço

Imagen de FlaviaAssaife

Re: O disfarce das jaulas

Alcantra,

As vezes é necessário usar máscaras, disfarces, mas por um lado, é bom saber que pode retornar ao trabalho... Talvez muitos não o possam fazer.

Gostei da forma como escreveu. Abraço

Imagen de MarneDulinski

Re: O disfarce das jaulas

Alcantara!

O Disfarce das jaulas

BOM RETORNO AO TRABALHO, MEU AMIGO!
MarneDulinski

Add comment

Inicie sesión para enviar comentarios

other contents of Alcantra

Tema Título Respuestas Lecturas Último envíoordenar por icono Idioma
Poesia/Amor Soma de poemas 5 3.299 02/27/2018 - 11:09 Portuguese
Poesia/General Abismo em seu libré 0 3.629 12/03/2012 - 23:35 Portuguese
Poesia/General Condado vermelho 0 4.474 11/30/2012 - 21:57 Portuguese
Poesia/General Ois nos beijos 1 3.457 11/23/2012 - 10:08 Portuguese
Poesia/General Dores ao relento 0 3.425 11/13/2012 - 20:05 Portuguese
Poesia/General Memórias do norte 1 2.579 11/10/2012 - 18:03 Portuguese
Poesia/General De vez tez cromo que espeta 0 3.684 11/05/2012 - 14:01 Portuguese
Poesia/General Cacos de teus átomos 0 2.962 10/29/2012 - 09:47 Portuguese
Poesia/General Corcovas nas ruas 0 3.377 10/22/2012 - 10:58 Portuguese
Poesia/General Mademouselle 0 3.037 10/08/2012 - 14:56 Portuguese
Poesia/General Semblantes do ontem 0 2.995 10/04/2012 - 01:29 Portuguese
Poesia/General Extravio de si 0 3.494 09/25/2012 - 15:10 Portuguese
Poesia/General Soprosos Mitos 0 4.020 09/17/2012 - 21:54 Portuguese
Poesia/General La boheme 0 3.859 09/10/2012 - 14:51 Portuguese
Poesia/General Mar da virgindade 2 2.835 08/27/2012 - 15:26 Portuguese
Poesia/General Gatos-de-algália 0 3.989 07/30/2012 - 15:16 Portuguese
Poesia/General Vidas de vidro num sutil beijo sem lábios 2 3.221 07/23/2012 - 00:48 Portuguese
Poesia/General Vales do céu 0 3.081 07/10/2012 - 10:48 Portuguese
Poesia/General Ana acorda 1 3.149 06/28/2012 - 16:05 Portuguese
Poesia/General Prato das tardes de Bordô 0 3.142 06/19/2012 - 16:00 Portuguese
Poesia/General Um sonho que se despe pela noite 0 3.559 06/11/2012 - 13:11 Portuguese
Poesia/General Ave César! 0 3.584 05/29/2012 - 17:54 Portuguese
Poesia/General Rodapés de Basiléia 1 3.215 05/24/2012 - 02:29 Portuguese
Poesia/General As luzes falsas da noite 0 3.491 05/14/2012 - 01:08 Portuguese
Poesia/General Noites com Caína 0 3.123 04/24/2012 - 15:19 Portuguese