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Poema Suspenso

 

 

Escrevo a fome e os vícios humanos
Que transporto
O poema absorve-me, transforma-se
Ganha forma e corpo

Ganha vida própria

Escorre irreversível, na folha inexplorada
Como torrente arrasadora
Embatendo violente na barragem
Pelo fumo condensada

O cigarro ardeu no cinzeiro lotado.
Uma urna cinza de cinzas

Onde a essência libertada é suspensa
Na necessidade egoísta
De conter o fluxo incontrolável do poema
Inexplicavelmente racional.

 

________________________________________________________

Deixo este “plágio” (de alma, da minha alma) como forma de agradecimento pelo carinho que aqui sempre me dispensaram. Por tudo o meu obrigado, a todos sem excepção. Mas porque apesar de este ser um mundo virtual é impossível não criar afinidades, deixo um abraço especial a Dolores, Libris, Mefistus, rain, Dany, Gi, Suzete, Sophie, Susan, Henrique, Clarisse, Outro, Lápis, Lylia, Marne, vítor.
Não é um adeus, mas o até já que se impõe.

Nuno Marques, também com as personagens lúdicas CostaDaSilva e lascivo.

 

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domingo, fevereiro 27, 2011 - 13:21

Poesia :

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nunomarques

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Comentários

imagem de SuzeteBrainer

Querido Nuno, Posso

Querido Nuno,

Posso entender a tua pausa,mas não deixo de lamentar a lacuna que ela deixará. Sabes o quanto admiro a tua poesia e a tua alma revelada pela verdade das tuas belas construções poéticas e tb através da tua postura ética,gentil e humana. Concordo contigo que mesmo numa comunicação virtual,enxergamos afinidades e construímos pontes. Para mim és um grande poeta,um talento raro, uma fonte de inspiração e não se ausente demais da poesia,pois ela carece dos bons.

Beijosmiley

Suzete.  

imagem de MarneDulinski

Poema Suspenso

Valeu colega!

Também por você tenho muito carinho e respeito, sempre gostei e gosto de suas Obras!

Fiquei deveras emocionado, com a menção de meu nome!

Meus parabéns, 

MarneDulinski

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